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Gutenberg, Resenhas 25 mar 2015

Mix Literário, sobre ‘Ruína e Ascensão': “Uma história fantástica que arrebatará o leitor mais exigente!”

Ruína e Ascensão blog

Por Karini Lima, no Mix Literário

Este é o terceiro e último volume da trilogia Grisha e gente, como pode uma coisa que já é boa, ficar ainda melhor?
Leigh Bardugo me surpreendeu e muito com esse desfecho de arrasar e só o que posso dizer: “É que sentirei muitas saudades dos personagens que aprendi a amar com suas qualidades e falhas e pelos quais tanto torci ao longo dessa incrível jornada entre Luz e Escuridão! Degustei de pouquinho Ruína e Ascensão, justamente sabendo o quanto sentiria falta dessa conexão que Bardugo consegue nos fazer ter com as aventuras vividas por Alina e todos os outros!

O amadurecimento de Alina neste terceiro volume é visto a olhos nu! Em Ruína e Ascensão a busca pelo terceiro amplificador se intensifica, pois somente desta forma Alina poderá derrotar o Darkling e acabar com a dobra, porém não se sabe o preço que tamanho poder irá cobrar dela, pois jamais alguém usou os três amplificadores e viveu para contar história. Só o que se tem são lendas de que os mesmos existem, e como sabemos, dois dos amplificadores Alina já possui. No final do segundo volume, vimos que Alina também tem um vislumbre do poder do Darkling diante a ligação que ambos possuem e ela pôde sentir na pele o preço cobrado, já que demorou um tempo para conseguir se recuperar novamente, enquanto mantida nas cavernas pelo Aparatt. Ao se recuperar ela toma rédeas de seu poder e lidera um grupo em busca do necessário.

Em meio as emoções dessa busca ela precisa lidar com os sentimentos e necessidades, ponderando o que sente por Maly, Nikolai e até mesmo pelo Darkling.

Eu acho que esse terceiro volume poderia ter o dobro de páginas para que a autora pudesse aprofundar mais alguns fatos que foram apenas pincelados.. Mas não me decepcionei de forma alguma! Amei cada página escrita!

Então minha gente.. Com quem será que Alina termina? Será que ela encontrará o terceiro amplificador e o que será que acontecerá com ela após o uso de tanto poder?
Descubram lendo!

Volto a dizer eu amo o Darkling!! Eu sei, eu sei que ele é o vilão, ao menos isso que todos acreditamos! rsrs

Uma história fantástica e intrínseca que arrebatará o leitor mais exigente!

Quem espera um final cheio de borboletas e fogos de artifícios, leu a trilogia errada! Logo avisando, pois Bardugo é o tipo de autora que mostra não somente o lado bonito, mas também aquele que muitos leitores não estão preparados para ler!

Resenhas, Vestígio 24 mar 2015

Apenas Um Vício: “‘Aposta Fatal’ tem uma ótima trama e a época retratada é maravilhosa”

Aposta fatal blog

Publicado no blog Apenas um vício

Peguei Aposta fatal para ler porque estava louca por um livro policial, porém, nesse quesito me decepcionei muito. A ambientação me chamou bastante a atenção: França, 1761, e escrito por um autor francês, já sabia que ia me apaixonar por essa época e tudo que seria descrito. E realmente amei essa parte, mas basicamente a obra é isso: detalhes muito bem descritos, uma época maravilhosa de se conhecer e costumes bem diferentes. Achei a investigação algo de segundo plano. O autor se preocupou muito mais em descrever as cenas, do que fazer os crimes serem empolgantes. Pareceu que ele dava voltas e mais voltas ao relatar cada detalhe, e no fim, a empolgação de acompanhar tudo e tentar descobrir o assassino esfriava a cada “pausa”…

Nicolas é um personagem sofrido, mas que cresceu e se tornou um investigador excelente. Após o sumiço de alguém importante, e algumas mortes, ele se vê em meio a um grande problema, pois há policias corruptos, pessoas nem um pouco confiáveis e muitas traições. A trama é fabulosa, o autor criou algo cheio de intrigas, traições e perigos. Uma pena a parte policial deixar a desejar na narrativa, pois as cenas, cadáveres e tudo mais foram muito bem escritos e reais. Parot não se segurou para criar algo bem intenso e sangrento, e dessa parte eu realmente gostei.

Colocaram os restos ao lado uns dos outros e, aos poucos, reconstituíram o que tinha sido um corpo. O estado do esqueleto retirado de sua prisão de neve mostrava bem o quanto a chusma de ratos e outras bestas tinha se encarniçado sobre ele. Não era necessário ser um grande anatomista para constatar que faltavam numeroso ossos, mas a cabeça estava lá, com o maxilar despedaçado.

Porém, como eu disse, quando você está lá em um suspense incrível, o autor vem e começa a detalhar partes que nem são importantes naquele momento, e que poderiam não ter sido tão detalhadas, e foi aí que desempolguei, pois a leitura acabou sendo um pouco arrastada e cansativa. O maior motivo da decepção é que eu realmente fui seca para ler uma história cheia de crimes e especulações, e acabei em algo morno.

Aposta fatal tem uma ótima trama, a época retratada é muito maravilhosa, há até os bordéis e como era a sociedade naquele século, até as vestimentas descritas nos fazem imaginar na hora da leitura. Em se tratando de encantar o leitor com a ambientação, Parot conseguiu muito bem! Esse livro é de uma série, e agora que já sei como é a escrita do autor e o que esperar, estou curiosa para ler mais sobre Nicolas e sua ascensão como investigador. A edição da Vestígio está muito bonita, adoro o padrão de capa que eles colocaram nos livros, uma pena eles não terem abas. Recomendo a leitura? Sim! É o tipo de livro que você pode relevar os detalhes negativos, que aliás, podem não ter funcionado apenas para mim. ;)

Geral, Gutenberg, Nossos Autores 23 mar 2015

Livro “Fazendo Meu Filme 1″: 5 provas de que você está gostando do seu melhor amigo!

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Publicado no Pure Break

A obra conquistou milhares de fãs pelo Brasil pode ser um ótimo guia pra você, que não sabia que tinha uma pessoa tão incrível ao seu lado! Vem ver as dicas!

Se você tem sentimentos estranhos em relação ao seu melhor amigo e ainda não leu nenhum livro da série “Fazendo Meu Filme”, da mineira Paula Pimenta, é melhor correr para a livraria o mais rápido possível!

Nele, a protagonista Fani está no ensino médio e prestes a fazer um intercâmbio que não quer. A garota tem um grupo de amigos incríveis de quem nem pensa em se separar tão cedo e pra completar ainda é apaixonada por um professor da escola, quem nunca né Aria (Lucy Hale)? No meio disso tudo, ainda existe um dos personagens mais apaixonantes de todos os tempos: Leo.

Ele é aquele melhor amigo que todo mundo sonha em ter! Mas o que ela não percebe é que ele sempre foi apaixonado por ela e nunca teve coragem de assumir isso cara a cara. E aí o grande dilema que fica é: será que ela vai perceber e dar uma chance pro gato?

Pensando nesse tipo de situação, o Purebreak resolveu descomplicar pra você – e pra Fani! – e separou aqui algumas provas que vão te ajudar. Por isso, analisa tudo direitinho e descubra se seu melhor amigo(a) está gostando de você ou se é você que guarda esse sentimento bem lá no fundo! Vem!

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Você fica com ciúmes quando alguém está perto dele

Sabe quando você sente aquela pontadinha esquisita no cotovelo quando vê seu BFF batendo papo com outra pessoa? Pois é, a Fani e o Leo passam por isso no livro e sabe o que essa história significa, né? CIÚME!

Você fica mal quando é ignorado(a)

Não tem nada pior do que alguém que você gosta ignorar você sem motivo nenhum. Mas quando a dor é insuportável, sua cabeça explode tentando entender o que aconteceu e você não aguenta mais a distância, é praticamente um alerta vermelho do amor hein!

Você fica nervoso(a) quando falam o nome dele(a)

E aquele momento que todos os seus amigos já sabem que vocês realmente se gostam e tocam no nome da pessoa na mesa do intervalo? Se você ficar nervoso(a) e/ou animado(a) com isso, é porque rola muito mais do que uma simples amizade, né?

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Você ama tudo que ele(a) faz pra você

Pode ser desde um simples origami, passando por um café na hora que ele era mega necessário e indo até uma playlist com as músicas certas pra se declarar pra você (Beijo, Leo!), mas sabe quando tudo que ele(a) faz dá certo e é incrível? É o amoooooor!

Você percebe que sempre quer estar perto dele(a)

Aquele momento que sua vida fica mais vazia quando ele(a) viaja, falta aula, não te chama no Whats ou simplesmente resolve sumir e aí nada faz sentido sem essa pessoa por perto. Pode ter certeza: você está amando!

E aí, tá esperando o que pra ir voando na livraria conferir se a Fani ou o Leo seguiram as dicas do Purebreak e acabaram o livro juntos e felizes? Boa leitura pra você!

Gutenberg, Resenhas 17 mar 2015

Vivendo Sentimentos: “Recomendo para todos a leitura do ‘Livro do Bem’, porque precisamos espalhar coisas boas pelo mundo.”

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Monique Larentis, no Vivendo Sentimentos

Um livro inspirador. Gosto desses livros que interagem com o leitor, fazendo você escrever, desenhar no próprio livro. Isso faz com que o livro tenha um pouco de você. Lembro de um que preenchi quando tinha 10 anos, e depois de uns anos voltei a ler, é legal recordar.

O livro do bem faz você perceber o quanto seus dias são felizes, nas pequenas coisas até nos grandes gestos. É um grande incentivo para a criatividade e para a alegria, com lindas frases e dicas de músicas para vários momentos.

O livro também tem um site, onde você encontra fotos de todo mundo que posta no instagram com a tag #livrodobem, o que é um apanhado de fotos inspiradoras.
Recomendo para todos a leitura do Livro do Bem, porque precisamos espalhar coisas boas pelo mundo. Para quem quiser comprar ele, é só acessar este link.

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Gutenberg, Resenhas 16 mar 2015

Um Sonho Literário, sobre ‘A Ilha dos Dissidentes': “Se prepararem para uma aventura FANTÁSTICA!”

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Por Bárbara Morais

Sibyl Varuna não é normal, ela descobre que é uma mutante logo depois de sobreviver a um naufrágio de um navio. Por ser uma mutante, Sibyl será transferida para uma cidade nova, Pandora – uma cidade própria para os mutantes – e será levada para uma nova família, que conhecemos assim que chega lá, eles são: Tomás, Rubi e Dimitri. Depois de chegar a Pandora, tudo parece tão perfeito, tão calmo, uma vida incrível, com comida farta, muito conforto e uma segurança impecável. Nada de guerra, tiros ou bombas, como acontecia a todo momento em sua antiga cidade, Kali, a zona de guerra.

Neste mundo criado pela autora, as pessoas são divididos em duas partes, a parte de mutantes e a parte não-mutantes. Outro detalhe, os mutantes são obrigados a usar uma roupa amarela, ou uma roupa que tenha algo amarelo, para que os “normais” reconheçam. Meio bizarro isso. Por que não tratar um mutante de forma igual? Este é o governo em A Ilha dos Dissidentes.

Como eles costumam meio que separar os mutantes e não-mutantes, Sybil vai para uma escola cheia de pessoas como ela, onde constrói algumas amizades e aprende a controlar seu poder, com ajuda de especialistas.

Histórias com mutantes te lembram o que? X-men, claro! E como eu sou um fã de X-men, fiquei super animado quando soube que este livro se tratava de personagens com superpoderes e coisas do tipo. Tenho medo de quando fico muito animado antes de ler algum livro, medo de me decepcionar e da história ser chata, mas sério, fiquei tão animado e a história é tão boa, que eu acho que foi melhor (bem melhor) do que pensei que seria! A Bárbara é uma autora estreante, e em nenhum momento isso deixa transparecer, ela soube escolher cada palavrinha do que escreveu, a leitura flui demais, e quando você vê já está na página 150 rsrs.
Outra coisa que não poderei deixar de comentar aqui, é o mundo que a autora criou, que na minha opinião foi super original e empolgante.

Você se vê junto a Sibyl dentro do livro, e olha que são poucos os livros que fazem isto com a gente, então para as pessoas que tem algum preconceito ou algo do tipo com autores nacionais, leiam este livro, e depois venham comentar comigo se essa “fama” de autores brasileiros é realmente real.

Conforme a leitura vai fluindo, você vai conhecendo mais os personagens, se apegando mais a eles (uma dica, não se apeguem tanto!) :P. No final do livro eu já considerava a personagem uma “amiga”. Dá pra perceber também que cada personagem vive uma história diferente, uma vida e problemas diferentes, e isso é uma coisa muito boa de se ver, que há diversidade em cada personagem, e quando você conhece mais de cada um vai se tornar impossível não se apegar kkkkk. Sorry.

Espiem este quote da conversa de Sibyl com uma amiga:

“Ava, se você for ouvir tudo que as pessoas esperam de você, vai viver a vida que elas querem. Várias pessoas vão achar que você é só músculo e nenhum cérebro, mas você tem de se perguntar se isso é real. A impressão que elas têm de você não é a verdade. Não é o respeito delas que vai fazer você melhor ou pior! O que os outros acham de você não a define, e sim como você se vê, a forma como pensa de si mesma.”

Outro ponto que devo falar pra vocês é que mesmo a trama tendo vários jovens/crianças isso não atrapalha em momento algum, muitas pessoas pensam que jovens em livros “mais” adultos não dão muito certo, eu discordo, pois mesmo eles sendo jovens a gente vai vendo que vão amadurecendo a cada página, que se conhecem melhor e a mentalidade vai crescendo junto com o personagem.
Só digo uma coisa, há várias e várias questões a serem resolvidas no próximo livro, guerra a ser aprofundada, questões sociais, governo e um exército que recruta crianças anômolas (mutantes) para participar de ações perigosas… E pensa numa pessoa que está ansiosa demais para ler o segundo, este sou eu!!

Meu Deus que resenha gigantesca, finalizando só digo para se prepararem para uma aventura FANTÁSTICA! O livro é perfeito gente, há as partes que dá vontade de dar risadas, as sacadas incríveis dos personagens, as partes de tensão e as partes de muita, muita ação mesmo!

E aí? Vai querer conhecer mais sobre os anômolos e o mundo distópico? Não perca essa!

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