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Resenhas 29 jul 2014

Lendo e Escrevendo: “‘Sol e Tormenta’ é emocionante e arrebatador”

1Pah, no Lendo e Escrevendo

Leigh Bardugo amadureceu sua escrita e personagens ela fez um livro emocionante e arrebatador que prende o leitor do começo ao fim e ainda te deixa esperando por mais.

Antes de qualquer coisa, recomendo que leiam o primeiro livro da trilogia, pois ao contrário de algumas, essa será melhor entendida após a leitura do primeiro volume. Além disso, o livro continua praticamente de onde o primeiro parou ;)

Vocês já tiveram aquela sensação de que o primeiro livro te prendeu do começo ao fim e quando você pega a sequencia fica com um pouco de receio e MUITAS expectativas? Aquele medo que dá de se decepcionar com segundo livro – a final existe a maldição do segundo livro… pois é, isso foi o que aconteceu comigo quando este livro chegou para resenha, se por um lado tinha altas expectativas com a leitura, tinha um pouco de medo que a coisa desandasse… vejamos o que aconteceu:

A trama amadureceu muito em relação ao primeiro livro, aquele ritmo alucinante que tivemos é deixado um pouco de lado, e agora temos uma trama mais densa, uma busca de gato e rato e relações conflituosas. Sol e Tormenta apresenta as consequências do primeiro livro e o que irá acontecer agora que as sombras podem ser controladas e que nem sempre podemos confiar nas pessoas que aparentam ser confiáveis.

Os personagens retornam muito mais complexos do que nunca, enquanto Alina e Maly (que pode ser um idiota às vezes) lutam pela sobrevivência e por um modo de se livrar do Darkling, ele por sua vez, aumenta seu poder e controle sobre as pessoas a seu redor, tornando tudo muito mais sombrio e perigoso.

O mais interessante em todo o livro é que mesmo quando você acha que já entendeu as implicações de tudo que aconteceu, você percebe que não entendeu tudo e que as coisas podem sim, piorar muito antes de que a Luz possa voltar.

Sobre o final: os autores deveriam parar de deixar finais assim, deixando os leitores loucos pela sequencia.

Confira um conteúdo exclusivo da Trilogia Grisha liberado pela editora:

Resenhas 29 jul 2014

Romances em Papel: “‘Para todos os amores errados’ mexe com os nossos mais profundos sentimentos”

1Aline Barsotti, no Romances em Papel

O amor é o sentimento mais indefinível e intenso que pode ser vivido. Profundo ou superficial, complexo ou simples, verdadeiro ou passageiro, ele atinge e muda tudo sem precedentes. Porém, momentos de pura paixão também podem ser dramáticos e dolorosos, quando dois corações não conseguem se entender. Em Para todos os amores errados, lançamento da Editora Gutenberg, a redatora publicitária e blogueira Clarissa Corrêa escreve sobre as desilusões de um romance avassalador. Famosa por ter um de seus textos lido ao vivo por Pedro Bial, no programa Big Brother Brasil, Clarissa é certeira, indo direto ao ponto por meio de relatos sinceros, que recheiam o livro e dão uma pitada diferente no modo de pensar o amor. Entre os altos e baixos do fim de uma relação amorosa, a história é contada e sentida a partir de desabafos escritos em primeira pessoa, os quais, segundo prefácio assinado por Pedro Bial, “baixa a calcinha dos homens e mostra a cueca das mulheres”. Cheio de citações a personalidades do cotidiano atual, o texto adquire um tom de veracidade e aproximação a cada página, criando uma intimidade até mesmo cômica com que já sentiu ou passou pela mesma situação, em que o amar e ser amado não é responsabilidade de um só.

Como prometido vou postar a primeira resenha de um livro de crônicas. E o escolhido foi o livro da Clarissa Corrêa. “Para todos amores errados”

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Acompanho Clarissa já faz algum tempo na internet, sempre me identifico com seus textos, a emoção que ela passa em casa palavra que escreve. Após ler seu livro tive a certeza que Clarissa tem esse “poder” de mexer com os mais profundos sentimentos dos leitores.

Comprei o livro “Para todos os amores errados” e fiquei contando os dias para chegar, minhas expectativas estavam a mil. E não me decepcionei. O livro é composto por várias crônicas que falam sobre amor, desilusões, superação, saudades, términos, encontros, aquela paixão louca que não deu certo, aquela fossa que nunca passa, aquela mágoa que insiste em ficar e por ai vai… Quem nunca passou por uma dessas situações não é mesmo?

“Olha pra mim. Vamos lá, olha pra mim agora! Verdadeiramente. Olha no fundo da minha alma. E me dá pelo menos, a certeza absoluta e completa de que você não estava estava fingindo.”

Clarissa fala com clareza, naturalmente toca o leitor. Geralmente algumas crônicas são deprimentes, mas não foi isso que senti no livro de Clarissa. Claro que tem algumas que são um exagero de emoções, mas ai me pergunto e não somos mesmo exagerados quando estamos passando por um dessas situações? O amor as vezes não é um completo e viciante exagero?

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“Não quero mais ouvir sua voz. Ela me causa medo, me faz tremer por dentro, me causa uma sensação desagradável, é quase um tormento. Não quero mais te amar. E um dia, eu sei, vou conseguir.”

Com uma escrita cativante Clarissa vai fazer você rir com crônicas bem-humoradas, fazer você reler e reler várias vezes e pensar “mas essa é minha história” se encantar por outras, e se apaixonar e ter aquela sensação de sentir que não estamos sozinhos e nem somos os únicos a passar por essas situações.

Achei muito fofa as páginas que a cada uma trás um desenho referente a crônica. E também não posso deixar de falar que adorei a capa super fofa e transmite um pouco do que livro fala (pelo menos ao meu ver rs.) E no final chegamos a conclusão que sempre vai ter amores errados, que sempre vamos ter uma fossa. Mas nunca vamos desistir do amor e que tudo passa e sempre vamos nos apaixonar novamente.

Super recomendo o livro pra quem gosta deste tipo de leitura como eu, vai amar. Vou ler este livro várias e várias vezes com certeza. E tenho certeza que se você ler vai se identificar com alguma crônica. Uma coisa que eu queria ressaltar é sobre a revisão da editora, em alguns textos tem frases em inglês e a editora não teve a preocupação com o leitor que não entende a língua e traduzir isso. Pra quem não entende a língua fica com aquela sensação de vazio no texto. Por este motivo não vou dar 5 estrelas. Mas sobre a escrita de Clarissa só tenho elogios e posso dizer que é viciante!

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Resenhas 29 jul 2014

La Oliphant: “‘Marcados’ é um livro diferente, interessante e curioso”

1Débora Costa, no La Oliphant

Marcados é o primeiro livro da série de mesmo nome, escrito pela autora Caragh M. O’drien e publicado no Brasil pela Editora Gutenberg. O livro se passa em um universo distópico onde, após sofrer com sérios problemas climáticos, no ano de 2.400, um muro separa a humanidade. Os que vivem do lado de dentro, o Enclave, estão livres da pobreza e levam uma vida confortável, enquanto aqueles que estão do lado de fora, estão sujeitos as leis do Enclave e servem o mesmo em troca de recursos minímos.

Acompanhamos Gaia, uma jovem de 16 anos, que vive do lado de fora do muro. Por servir ao Enclave no ofício de parteira, assim como sua mãe, Gaia precisa entregar os primeiros três bebês saudáveis nascidos em cada mês. Os bebês levados para dentro do muro, são adotados por famílias ricas e recebem uma educação diferenciada, além de conforto e todos os recursos necessários para que tenham uma boa vida. Para todos, essa ação é considerada como um favor que o Enclave faz em relação as pessoas que vivem do lado de fora dos muros, porém suas intenções são muito mais complexas.

Na volta para casa, após seu primeiro parto, Gaia descobre que seus pais foram levados pelo Enclave para um enterrogatório, porém, ninguém consegue lhe dizer o motivo. Após receber um pacote e uma fita da ajudante de sua mãe, a jovem descobre que os pais costumavam manter uma lista com os bebês que traziam ao mundo. Sem saída, Gaia precisa descifrar os códigos da fita, mas isso revelará muito mais do que ela imagina.

“Eu estava bem, de verdade. Estava indo bem até aquela noite, quando me mandaram para fora das muralhas para interrogar uma parteira jovem e difícil.”

O livro é narrado em terceira pessoa, com foco na personagem principal – Gaia. A escrita de Caragh M. O’drien chega a ser envolvente, porém encontrei alguns pontos na narrativa que me incomodaram bastante. Apesar de ser em terceira pessoa, a autora se prende muito ao ponto de vista de Gaia, o que me impediu de ter uma visão mais ampla do que estava acontecendo na trama. Além disso, o desenrolar do enredo é um pouco lento, e alguns pontos repetem informações que já foram descritas no capítulo anterior.

Gaia é uma personagem que, apesar de não ter me agradado muito nos primeiros capítulos, foi me conquistanto conforme a história foi se desenvolvendo. A personalidade forte que ela apresenta me conquistou, porém, em alguns momentos eu não soube dizer se ela estava realmente evoluindo ou regredindo na história, por conta das decisões que ela precisava tomar.

Um ponto que me agradou muito em Marcados foi o fato de Gaia ter uma cicatriz de queimadura no rosto, e por isso sofre descriminação pela pessoas a sua volta. Acredito que este fato seja um dos principais motivos para que a personagem evolua ao longo da história, ou pelo menos, deu base para sua personalidade ser mostrada. Além disso, o fato de não termos um personagem principal perfeito – o que acontece em muitas distopias – torna Marcados um livro diferente, interessante e curioso.

“Talvez Gaia, na pressa de assumir que as pessoas estavam rindo dela, não conseguisse interpretar como as pessoas de fato olhavam para ela.”

O romance se desenvolve de uma forma bem discreta no enredo e não chega a ser um fator extretamente importante da história, já que o livro está muito mais focado nos motivos do Enclave para manter a cota de bebês. Este foi outro ponto positivo na história. Apesar de eu ser uma grande fã de romances, o fato da autora ter focado do muito mais no universo criado e no que estava acontecendo nele, fez com que o livro se tornasse uma leitura muito mais interessante ao meu ver.

Por fim, Marcados nos dá uma distopia completamente diferente do que temos encontrado no mercado literário. É o livro perfeito para quem gosta do gênero e está interessado em uma experiência de leitura diferenciada, envolvente e com personagens que te conquistam a sua maneira.

Informações: A série possui quatro livros, sendo um deles um volume extra, lançado entre o primeiro e o segundo livro – ainda não lançando no Brasil.

Resenhas 29 jul 2014

Bagagem Literária: “‘Diário de classe’ é uma forma de revolução contra a nossa comodidade”

1Hemilly Sara, no Bagagem Literária

Olá!
Antes de começar a falar dessa maravilha que é o Diário de Classe (que me impressionou bastante)queria dizer que estou muito triste com a morte de três grandes nomes da literatura brasileira: Rubem Alves, Ariano Suassuna e João Ubaldo. Fiquei impressionada como as mortes aconteceram, uma após a outra em um curto intervalo de tempo. Mas vamos para a resenha!

Aos 13 anos, Isadora Faber, uma estudante de escola pública de Florianópolis (SC), indignada com os problemas de ensino e infraestrutura de seu colégio resolveu criar uma página no Facebook, o Diário de Classe, para denunciá-los. Chamou a atenção da imprensa nacional e internacional, mobilizou milhares de seguidores e conseguiu as mudanças que reivindicou. Sua jornada, no entanto, foi árdua: sofreu críticas, ameaças, represálias, agressões e processos. Porém, não desistiu, e hoje tem mais de 625 mil seguidores, inspirou a criação de mais de cem Diários de Classe, já participou de inúmeras palestras e eventos, ganhou prêmios e fundou a ONG Isadora Faber, com a qual continua seu trabalho por uma educação pública de qualidade no Brasil. Mais que um relato de coragem e do poder do webativismo, este livro é um retrato perturbador da situação da educação e dos serviços públicos brasileiros, que grita por cidadania e por transformações urgentes.

Com apenas 13 anos, Isadora impressionou o Brasil (ou melhor, o mundo) com sua página no Facebook, o Diário de Classe, que foi uma maneira que a Isadora encontrou de expor os problemas das escolas públicas, especialmente a sua. E tinha como lema o seguinte: “Quero o melhor não só para mim, mas pra todos”, se referindo a uma educação de qualidade no Brasil. Isadora começou a colocar na sua página posts revelando as condições da sua escola, como: bancos quebrados, portas sem fechadura, bebedouros quebrados… um verdadeiro caos! Mas não era só os problemas físicos da escola, a webativista também mostrou os problemas de ensino da escola, com alguns professores descomprometidos com o seu dever, que é ensinar, entre outros.

Ainda não sou uma fotógrafa gente! Haha! Com o tempo eu melhoro.

Ainda não sou uma fotógrafa gente! Haha! Com o tempo eu melhoro.

Agora com 14 anos, Isadora escreveu um livro onde conta tudo o que passou enquanto fazia suas denúncias na página. Sofrendo represálias, ameaças de morte, agressões verbais, e até xenofobia!
Este livro, é o tipo de livro que te prende do início ao fim! Com uma escrita muito boa para uma menina que tem apenas 14 anos. Apesar de não me interessar por esse gênero, Isadora conseguiu me prender por fazer “nascer” um espírito revolucionário em mim, fazendo com que eu não queira me acomodar a realidade, me incentivando a fazer a minha parte para uma educação melhor no país.
Não podemos fingir que nada está acontecendo! Foi esse pensamento que me tomou enquanto lia o livro.

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Em todos os acontecimentos que ela vai comentando, aparecem algumas de suas postagens da página, e como o número de seguidores ia aumentando com o passar dos dias, algumas manchetes de jornais falando da atitude da Isadora e das represálias que sofria, tudo de uma maneira bem dinâmica. Com até link ao lado, para que o próprio leitor conferisse dando mais vericidade ao que a menina dizia. E como sou curiosa, olhei alguns dos links e realmente direcionavam as matérias, reportagens, entrevistas…
Depois de tantos elogios é necessário dizer os pequenos deslizes que cometeu a Isadora, que ao meu ver foram pouquíssimos. Nada que atrapalhe a leitura ou a torne menos prazerosa. Foi um pouco cansativo ler os eventos em que ela foi, eram sempre bem detalhados, tornando em uma narrativa lenta. E ninguém gosta de narrativas lentas, mas como já disse, não faz com que o livro se torne ruim.
É um livro que eu recomendo para qualquer pessoa, de qualquer idade. Mesmo que não se interesse pelos assuntos políticos vai ser sentir atraído pela a história da jovem que está contribuindo pela uma melhor educação no país.
O livro é mais que a história da Isadora, é uma forma de revolução contra a nossa comodidade em aceitar que a educação, a saúde do país é ruim e ponto. E quando há uma melhora pequena, não procuramos melhorar mais ainda. Isadora é um exemplo de cidadã que todos nós deveríamos seguir, e por fim quero que também se deliciem com a leitura de Diário de Classe: A Verdade! E de quebra que também queiram revolucionar.

E para acabar os meus quotes favoritos!

Se a gente é o país do futebol, do samba, porque não ser o país da educação? Não seria legal ser conhecido por ser o país de melhor educação do mundo? Ser respeitados em qualquer lugar do mundo como um povo culto, inteligente e educado? Acho que sendo assim, o resto vem junto, pois nenhum povo educado e inteligente vai deixar a saúde de lado, por exemplo. Pág. 132

Muitos me dizem que é sonho, que sou criança e não sei das coisas, que não é bem assim… não me importo gosto de sonhar. Pág. 132

Até o próximo post pessoal!

Resenhas 29 jul 2014

Entrelinhas Casuais: “‘Minha metade silenciosa’ é um dos melhores livros que já li”

1Ananda Dias, no Entrelinhas Casuais

O motivo principal que me levou a comprar Minha Metade Silenciosa foi a resenha da Ceile (e o outro foi porque o livro estava 14 reais no submarino). Eu demorei a ler o livro porque eu sabia que ia me abalar, de uma forma ou de outra, e não me enganei. De início fiquei um pouco incomodada com a forma como as palavras foram diagramadas (cheguei a achar que era erro), porque o personagem principal (Stark) sofre de anotia (não “tem” uma das orelhas) e isso fazia com que ele só ouvisse do lado esquerdo. Quando havia algum diálogo as palavras eram escritas “meio assim”, sabe? Mas me acostumei com isso e percebi que fazia parte do lirismo do livro, então parou de incomodar.

Falando de lirismo, esse é, sem dúvidas, um dos mais poéticos que já li. Uma poesia não precisa, necessariamente, conter versos e rimas, e nisso o autor acertou em cheio. Em certas partes as palavras assumem esse tom poético, musicado, no livro. Eu gostei disso, muito. Minha Metade Silenciosa é um daqueles livros que fez com que se eu estivesse em um incêndio correria para salvar.

Narrado em primeira pessoa por Stark, a história nos mostra realmente como ele se sente e, principalmente, como ele se vê. A personalidade de Stark reflete o que o “mundo” fez com ele. Ele não é um garoto rebelde, pelo contrário, mas a forma como ele se enxerga é arrasadora. Crescido em um lar sem amor, a única referência de carinho, amizade, companheirismo, enfim, tudo em sua casa, vem do seu irmão, Bosten.

E essa falta de amor é cruel, claro que em algumas partes existe “felicidade” para Stark e seu irmão, como a amiga de Stark, Emily. Mas existem mais partes tristes, e é isso que torna o livro tão singular e, ao mesmo tempo, tão real. Foi uma sensação angustiante, meio sufocante, ler sobre o drama familiar, é uma daquelas coisas que te deixam com vontade de entrar no livro e colocar ordem em tudo.

Infelizmente, agressão dentro de casa é algo muito comum nos dias de hoje, às vezes podem acontecer com pessoas que conhecemos e a gente não ficar sabendo. E, na maioria dos casos, quando vem à tona, não existe uma punição suficiente para isso. O diferencial do livro, mesmo não sendo uma história feliz, foi essa bagunça de sentimentos que ele me causou. É revoltante ler sobre isso, saber que isso existe, e que nós somos “impotentes”.

Durante a leitura não cheguei exatamente a chorar, a sofrer, mas quando finalizei fiquei com um vazio no peito, uma sensação de estranheza. Sabe quando você perde algo importante, mas não se lembra do que é e mesmo assim sente falta? Foi mais ou menos essa sensação que tive. Minha Metade Silenciosa entrou na lista de um dos melhores livros que já li. Foi perturbadora, com certeza, mas exatamente por isso que ele é um livro único e que, com toda certeza, merece ser lido por muitos.

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