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Gutenberg, Resenhas 04 mar 2015

House of Chick: “Indico muito a leitura da trilogia Grisha para todos os leitores”

Ruína e Ascensão

Publicado no House of Chick

Apesar de este livro ser o terceiro da trilogia, nesta resenha não há qualquer tipo de spoiler de nenhum dos três exemplares. Se você tiver interesse de conhecer as histórias dos anteriores, conferira as resenhas clicando nos títulos: “Sombra e Ossos” e “Sol e Tormenta”.

Depois de um final arrebatador com o segundo volume da trilogia Grisha, “Sol e Tormenta”, a história deste exemplar começa pouco tempo depois do anterior, e acompanhamos Alina passando por um período bastante difícil, vivendo sob uma proteção duvidosa, com um título que herdou sem nunca querer, seus poderes não sendo mais os mesmos, e buscando uma forma de sair dali para encontrar a única coisa que ainda pode salvar a todos: o último dos amplificadores de Morozova.

Como toda a esperança de Ravka está em suas mãos (e as dela estão quase no fim), Alina terá que lutar com todas as suas forças e fazer escolhas que possam doer mais do que ela jamais imaginou enfrentar, para salvar toda a população da escuridão e do que há de pior neste mundo.
Mas, com uma descoberta que vai mudar tudo completamente, será que nossa protagonista está realmente preparada para reivindicar o poder necessário para acabar com a destruição de Ravka e salvar os que ainda estão vivos, ou tudo isto está além do que ela pode aguentar sem destruir o que resta de bom em si mesma e na pessoa que mais ama neste mundo?
Desde que li o primeiro livro desta trilogia fantástica, “Sombra e Ossos”, fiquei contando os dias para ler as continuações para saber como esta história escrita por Leigh Bardugo iria ser desenvolvida e como encontraria o seu desfecho. Então, logo que tive a oportunidade, li “Sol e Tormenta” que, confesso, não foi tudo o que eu esperava depois de ter amado tanto o primeiro, mas, mesmo assim, gostei bastante e estava empolgada para saber como seria o final da história de Alina.

Quando a editora me ofereceu a prova de “Ruína e Ascensão” para resenha, não hesitei nem por um segundo e aceitei, afinal, como comentei anteriormente, estava contando os dias. E não é que a autora conseguiu superar o segundo e fazer com que esta finalização fosse incrível (mesmo que “Sombra e Ossos” ainda tenha sido meu preferido)?
Gosto bastante da narrativa de Bardugo, acho que ela sabe encontrar as palavras certas para nos levar nesta jornada com os personagens de um jeito incrivelmente envolvente, fazendo com que o leitor torça para as coisas se encaminharem para algo bom, mesmo quando tudo parece perdido.

A autora também sabe como trazer muitas reviravoltas e momentos de tensão, o que deixa a trama bastante movimentada, e, muitas vezes, nem sabemos qual será o próximo passo nisto tudo. Eu fico criando teorias conforme avanço nas páginas, então acho ótimo quando os escritores nos dão esta possibilidade e acertamos algumas vezes, porém erramos em outras.

A minha personagem preferida sempre foi a Alina, admiro-a muito por tudo o que passou e enfrentou, mesmo que algumas de suas decisões não tenham sido as mais sensatas e eu não as tenha “aprovado”, ou nem mesmo pensaria em seguir pelo mesmo caminho que ela em alguns momentos, mas sua força para continuar em frente e não abandonar seu destino, mesmo que isto fosse mais fácil ou tentador, é realmente incrível.

Em alguns momentos, vários deles para falar a verdade, eu fiquei apreensiva de que algo de muito ruim acontecesse com um personagem querido por conta de uma descoberta que foi feita em uma ocasião, que, por acaso, foi totalmente surpreendente e me pegou desprevenida. Nunca pensei que a autora iria seguir por este caminho, e gostei de sua ousadia exatamente porque me pegou de surpresa e eu adoro quando isso acontece.

As ações que os personagens tiveram, principalmente Alina, cortaram meu coração, mas, depois de outra reviravolta, eu curti o modo como a autora escolheu encerrar a trilogia e o que ela fez com a lenda/fama da Conjuradora do Sol, resultando em um final maravilhoso e que pareceu simplesmente o certo se olharmos para o passado da protagonista e levarmos em consideração a jornada dela desde o começo da história, ainda no primeiro volume, até aqui.

Claro que há mortes neste exemplar, muitas bastante significantes, mas alguns dos personagens que eu estava torcendo totalmente para continuarem vivos, ficaram. Então, mesmo que a gente sinta a falta de alguns, fico contente com a sobrevivência de outros queridos.

Acho muito interessante que a autora tenha trazido esta questão do bem/mal e luz/escuridão para sua trama de um jeito diferente, trazendo para um nível mais real do que apenas a metáfora que estas palavras representam. E foi bem legal ver que isto permaneceu com um dos pontos mais importantes durante os três livros, encontrando seu desfecho aqui.

Confesso que já gostei muito do Darkling, e adoro Nikolai desde o primeiro momento em que apareceu, mas sempre achei que Alina deveria ficar com Maly (pelo menos a certeza veio depois de uma revelação do primeiro volume – quem leu sabe o que estou dizendo), e sempre vi Nikolai mais como um amigo do que algo além. Nunca me pareceu que eles pudessem ser um casal romântico, talvez apenas político, como foi citado inúmeras vezes, mas não senti algo mais do que isso, ou seja, por mais que eu goste do personagem, acho que Maly combina melhor com ela como um par amoroso. Só que eu queria mais cenas dos dois com esta intenção, mas senti que falou algo mais desenvolvido desde o segundo livro e aqui ainda foi assim. Não posso dizer com qual dos personagens a protagonista fica, mas sei que muitos vão ficar apaixonados, enquanto outros vão se decepcionar.

Como esta é uma prova da obra, não posso dizer nada com certeza absoluta sobre a diagramação, mas acredito que ela deva manter o padrão dos dois volumes anteriores cheio de detalhes gráficos no início de cada capítulo. Só sei que eu não vejo a hora de ter a minha edição finalizada em mãos para saber como ficou o resultado final e para colocar junto com os outros volumes na minha estante para ficar admirando-as. E posso dizer que a capa é maravilhosa e combina totalmente com as anteriores.

Mesmo sendo apenas três livros, a autora escreveu mais quatro contos complementares (#0.5, #1.5, #2.5 e #2.6) que, infelizmente, não foram traduzidos nem publicados aqui no país. Apesar de esta trilogia ter chegado ao fim, a autora está escrevendo uma série spin-off chamada The Dregs, que será no mundo dos Grishas também, cujo primeiro volume, “Six of Crows”, já tem capa e previsão de lançamento para outubro deste ano lá fora. Ainda não há data de publicação nacional, mas já foi confirmado pela própria Gutenberg que eles a trarão para o Brasil.

O mesmo produtor de Harry Potter, David Heyman, está preparando uma adaptação cinematográfica do primeiro livro da trilogia, “Sombra e Ossos”, mas ainda não há qualquer informação certa a respeito do filme, além de ele poder ser trabalhado pela Dreamworks. Se tivermos qualquer notícia, avisamos no blog ou nas redes sociais, mas eu vou torcer para que esta história incrível saia do papel e ganhe espaço também nos cinemas.

Indico muito a leitura da trilogia Grisha para todos os leitores que buscam uma fantasia incrível, com personagens carismáticos e muito bem construídos, um pano de fundo diferente e original, uma narrativa envolvente, deliciosa e com bastante ação. E, como bônus, três livros que mantém o ritmo e a qualidade, trazendo início, meio e fim sensacionais.

Gutenberg, Resenhas 28 fev 2015

Acordei com vontade de ler: Resenha “O Limiar” #1, de David Baldacci

o limiar

Carolina Durães, no Acordei com vontade de ler

“O limiar” é o primeiro livro da nova série do autor David Baldacci que será lançada no Brasil em março pela Editora Gutenberg.

Narrado em primeira pessoa pela protagonista Vega Jane, o livro nos leva a Artemísia, um vilarejo que possui em suas fronteiras um Pântano. Segundo a história do local e o próprio Conselho atual, não existe nada além do Pântano, e os Wugmorts ou “Wugs” (cidadãos de Artemísia) que se arriscam no Pântano, são mortos pelas criaturas vis que o habitam.

Vega Jane é uma jovem de 14 ciclos (anos de idade) que cuida de seu irmão mais novo John e trabalha nas Chaminés como finalizadora. A história começa quando ela está relaxando em sua árvore e avista seu mentor e amigo Quentin Herms passar correndo em direção ao Pântano e com membros do Conselho atrás dele. Como uma jovem obediente das regras, ela se assusta com o que presencia e fica ainda mais curiosa quando é questionada constantemente pelo Conselho sobre as intenções de Quentin e sobre determinados artefatos que ela nunca viu antes, mas que são deixados para trás por seu mentor.

O desenrolar do primeiro livro nos leva a lugares nunca antes imagináveis. O autor David Baldacci criou em Artemísia e seus arredores um mundo fantástico, com criaturas nunca vistas antes. Dos nomes diferentes às suas descrições, vemos que o local possui inúmeras criaturas selvagens que podem ferir mortalmente qualquer cidadão.

Além disso, todo o livro contêm uma linguagem própria, com expressões utilizadas no cotidiano do vilarejo até costumes únicos que contêm certa barbaridade.

Os personagens são construídos de modo inusitado e alguns possuem características peculiares: de trabalhadores honestos e preocupados com as famílias à homens com uma intensa maldade no olhar e crueldade em suas ações. Até mesmo os membros do Conselho têm suas particularidades que nos fazem desconfiar de suas verdadeiras intenções. É o caso da única mulher do Conselho , a Morrígona. A mudança em sua personalidade vai ocorrendo de forma gradual e assim como os demais personagens, seu papel a ser desempenhado cresce e surpreende.
Delph, melhor amigo de Vega Jane é outra surpresa na história. Sua evolução é motivada inicialmente por medo, depois por amizade e lealdade. Até mesmo John, o irmãozinho de apenas 12 ciclos de idade de Vega Jane tem um papel fundamental a desempenhar. Não existem personagens sobrando na história. Todos que aparecem são cruciais no desenvolvimento do enredo.

É possível observar como cada cidadão de Artemísia é movido por um interesse: ganância, maldade, inveja, ódio, desdém, mas também tem aqueles que são movidos por sentimentos mais puros, como compaixão e bondade.
E o que falar de Vega Jane? É o tipo de protagonista que arrasa na história. Ela é inteligente, sagaz, valente e até mesmo um pouquinho sarcástica, mas também apresenta um lado suave e repleto de compaixão.

O próprio vilarejo é um personagem importante no livro: seus mistérios, as construções locais, seus habitantes e criaturas moldam o percurso da história.

O livro é extraordinário. Temos mistérios, um novo universo, duelos, traições e intrigas. É o tipo de história que prende o leitor da primeira página ao abrir o livro (tem um mapa incrível, seguido de um glossário com definições extraordinárias) até o último parágrafo (um final que sem dúvida nos deixa desesperado pela continuação).
Como a leitura foi realizada em uma prova, não é possível falar da revisão, mas posso adiantar que existem detalhes intrigantes no livro, como o mapa e o glossário. Cada capítulo tem uma numeração de acordo com a linguagem de Artemísia e no topo das páginas iniciais dos capítulos existem detalhes que enriquecem ainda mais a obra. A capa combina perfeitamente com a história: dos três personagens no centro até a escolha das cores (o vermelho e o azul são cores determinantes em um momento do livro). É impossível não elogiar a atenção da Editora aos detalhes inseridos no livro.

Se o primeiro livro é uma parcela do que podemos esperar da série, não consigo imaginar como o autor irá guiar Vega Jane até o final de sua jornada. Sem dúvida entrou na minha listinha de livros favoritos de 2015.

Gutenberg, Resenhas 27 fev 2015

Leitura Maravilhosa: “Proteja-me é diferente e para quem gosta de livro com uma pegada sobrenatural é uma ótima pedida.”

Proteja-me

Katielle Borba, no Leitura Maravilhosa

Proteja-me é o primeiro livro da Trilogia Slow Burn de Maya Banks. Este livro é uma publicação da Editora Gutenberg.

O história inicia com Caleb Deveraux desesperado, sua irmã Tori foi sequestrada. Numa última tentativa de encontrar o cativeiro dela, ele vai atrás de Ramie St. Claire, uma sensitiva que já ajudou a polícia solucionar vários casos de sequestro, mas que hoje está reclusa. O que Caleb não espera é encontrar uma mulher de aparência frágil e que se recusa a ajudá-lo, mas ele a força e o que Caleb presencia o deixará atordoado, durante muito tempo.

Depois dos acontecimentos acima, um ano se passa e Ramie está prestes a ter sua vida destruída. Ela está fugindo de um perseguidor/sequestrador e em uma tentativa desesperada de salvar sua pele ela liga para Caleb. Ele prontamente vai ajudá-la, afinal tem uma dívida imensa com ela, pois com a ajuda de Ramie ele encontrou o cativeiro onde estava Tori. Quando os dois encontram-se a história se torna muito interessante.

Se você leitor, já leu alguns ou muitos livros da Maya Banks, esqueça todos eles. Proteja-me é diferente, não tem aquela pegada erótica, ele é sensual em alguns momentos, mas nada comparado a outras histórias escritas pela autora. Além disso, o livro tem uma pegada sobrenatural; quando Ramie toca um objeto de alguém desaparecido, ela consegue enxergar através dos olhos da pessoa e sente tudo o que a pessoa está sentindo e passando. A irmã de Caleb também tem poderes psíquicos, consegue ver o futuro. Assim a história se desenrola, a atração entre os protagonistas é grande, mas o desejo de Caleb de proteger sua amada é maior ainda.

Proteja-me é narrado em terceira pessoa e temos capítulos alternados entre Caleb e Ramie. A narrativa da autora é envolvente e achei a história muito mais madura do que qualquer outro livro que eu já tenha lido dela. Os personagens tem que lidar com uma carga emocional profunda e isso faz com o livro em alguns momentos fique um pouco dramático. Também temos um suspense, pois durante toda a leitura o perseguidor de Ramie fica importunando e eu realmente adorei o final que ele teve depois de tudo o que aprontou.

Os personagens secundários são importantes para história que não fica focada somente em Ramie e Caleb, mas ainda temos os irmãos dele e outras pessoas que trabalham para a segurança da família Deveraux. A trama vai sendo moldada através de todas essas pessoas e nós leitores ficamos ávidos para saber como serão os próximos livros da trilogia.

Proteja-me é o primeiro livro que leio da Editora Gutenberg e quero parabenizá-la pelo trabalho bem feito. A diagramação é simples e a capa é bem condizente com a história.

O próximo livro da trilogia Slow Burn será de Beau Deveraux e pelo que li na sinopse a história é tão boa quanto esse primeiro. Espero que a Editora Gutenberg publique logo.

Se você tiver oportunidade leia, se você não gosta dos livros da Maya porque suas outras publicações são eróticas, então, leia Proteja-me é diferente e para quem gosta de livro com uma pegada sobrenatural é uma ótima pedida.

“E o que você quer exatamente?”, ela sussurrou.”Você, Ramie. Eu quero você!

Leitura recomendada.

Slow Burn.
1. Proteja-me;
2. In His Keeping;
3. Safe at Last.

Gutenberg, Resenhas 12 fev 2015

Prateleira de cima: “Bruna Vieira sabe expressar as angústias da adolescência sem rodeios”

borboletas

Karin de Oliveira, no Prateleira de cima

A Menina que colecionava borboletas é o segundo livro de crônicas da Bruna Vieira, criadora do blog Depois dos Quinze.

Já havia lido o primeiro livro de crônicas (já tem resenha aqui!) e gostei muito de como Bruna Vieira é boa com as palavras. Seu texto é leve, direto e profundo. Ela sabe expressar as angústias da adolescência sem rodeios. É um livro escrito por uma jovem para jovens. E isso é o que o torna legal.

O livro mostra uma Bruna mais madura, segura e reflexiva, mas sem perder o seu jeito de menina. É autobiográfico. Ela está mais sensível e acessível no seu texto. Em alguns momentos me senti com 16 anos novamente, jogada no sofá ou no chão do quarto, comendo brigadeiro e batendo papo com a Bruna como se ela fosse a minha melhor amiga.

Ela consegue mostrar como é a vida para a nova geração de meninos e meninas. Os temas abordados são os mais variados. Ela fala sobre suas novas experiências, a vida de blogueira, morar sozinha, amizade, amor, padrões de beleza, viagens e tantos outros momentos que muitas meninas passam nessa fase. A solidão também um dos temas que senti muito presente em suas linhas, mostrando esse lado mais vulnerável. Mostrando que ela é simplesmente uma menina normal como qualquer outra.

Não foi difícil me identificar com as crônicas. Ela escreve sobre o amor, sobre a vida, sobre o mundo e sobre ficar adulto. Os textos que retratam a sua relação com a cidade de São Paulo e de estar morando sozinha são os que mais me identifiquei. Via em suas palavras todos os sentimentos que eu tenho pela terra da garoa. Tinha momentos que parecia o meu discurso sobre essa cidade.

Essa nova fase da Bruna em sua escrita pode ser notada na própria capa do livro. Particularmente, a capa não me agradou muito, mas conseguiu refletir a proposta do livro. A diagramação e as imagens estão em perfeita sintonia com o todo. O exemplar eu adquiri na Bienal do livro de São Paulo e foi uma sorte pois ela estava lá e pude autografar. Na verdade comprei para dar de presente para uma prima e o autógrafo saiu no nome dela.

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Gutenberg, Resenhas 11 fev 2015

Tantos caminhos e lugares: “Me surpreendi muito com ‘De volta aos quinze'”

livro da bruna vieira - de volta aos quinze (6)

Isabella Prado, no blog Tantos caminhos e lugares

Nunca havia um livro sobre volta ao tempo. Nunca vi ninguém com tanta criatividade para escrever. Confesso que quando comprei esse livro (faz um bom tempo, e ele ficou parado aqui na minha estante como vários outros), tive a impressão de que ele seria um livro muito juvenil para a minha idade, não sei explicar, pensei que ele seria muito infantil. Me surpreendi muito!

Gostei muito da história da Anita, aliás, não consegui imaginar a Anita sem ser a própria Bruna hahaha.

A ideia de voltar no tempo e mudar a própria vida foi sensacional. A mudança foi total, e fiquei bem desesperada em algumas partes do livro. (Bruna tem um dom muito bom de criar histórias e encaixar tudo no seu devido lugar)

Adorei tanto o Henrique, quanto o Joel. Aliás, estou apaixonada pelo Joel hahahaha Eita Giovana…

Gosto MUITO da Bruna sempre misturar músicas aos livros dela. Ela sempre coloca uma playlist, e eu acho isso muito legal e original. Mais uma vez digo que estou impressionada com a criatividade da Bruna em criar uma história dessa.

De modo geral, adorei o livro e já estou ansiosa para ler o De volta aos sonhos. Já ouvi MUITOS elogios sobre o segundo livro, e estou extremamente animada haha.

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