• Livros por um beijo: “‘O misterioso Lar Cavendish’ é um conto fascinante de verdades inquestionáveis”

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Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 22 jan 2015

Bela Psicose: “Curti muito a leitura de ‘O Misterioso Lar Cavendish'”

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Ana Gabriela, no Bela Psicose

Oi folks! Cá estou eu com uma nova resenha pra vocês. O livro da vez é O Misterioso Lar Cavendish da autora Claire Legrand. O livro foi cedido pela Editora Gutenberg para resenha!

1Lembro que vi esse livro no Book Depository quando ainda não tinham lançado no Brasil e fiquei P-R-E-C-I-S-O. O título original é The Cavendish Home for Boys and Girls. Imagina minha cara quando vi que ia ser lançado pela Gutenberg? Cai pra trás, mas bora parar de enrolar, Ana.

Victoria é sempre impecável. Seus cabelos e unhas brilham, seu quarto não tem nada fora do lugar, sua rotina é precisa. Se há algo que ela pode considerar como um defeito em sua vida é Lawrence, que parece seu oposto: é preguiçoso, desorganizado, anda com a roupa desgrenhada e vive sonhando no mundo da música. Ela nem entende como eles vieram a se tornar amigos. Mas, exceto por isso, sua vida é perfeita na cidade de Belleville.

*Sim, essa sou eu cortando sinopses.

Temos então, a Victoria, uma menina patricinha pra falar a verdade. A vida dela são as notas perfeitas para competir com a Jill na escola, seus cachos serem perfeitos e fazer de Lawrence um garoto perfeito. Só que ao fazer dele seu “projeto pessoal” por estar próxima dele o tempo todo eles acabam virando amigos. E nenhum deles tem amigos até então. E em certa terça-feira, após agir estranhamente (ou mais que o normal) Lawrence some e Victoria decide investigar esse sumiço.

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O problema do tal sumiço é que todos começam a agir estranho. E ninguém escuta a menina e a sua principal suspeita: o Lar Cavendish. Esse tal lugar sempre esteve ali desde que Victoria se diz por gente. As pessoas entram e não saem. Ou saem um tanto mudadas. Ela como corajosa que é decide ir até o tal lar pra ver como é esse lugar. E lá ela conhece a Sra. Cavendish e o Sr. Alice (Dona e jardineiro)

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A Sra. Cavendish é uma mulher com lábios vermelhos e um sorriso até mesmo forçado. Perfeita demais. Como a ilustração da Sarah Wattz nos mostra acima (sim, o livro tem várias ilustras) e vou falar pra vocês que ela me lembrou a Coraline rs. O problema é que Victoria ainda desconfia do lugar e resolve xeretar. O que não agrada a Sra.

O desenvolvimento da história é em cima desses dois pontos: O sumiço de Lawrence e a investigação intrometida de Victoria.

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A leitura é bem rápida e na terceira pessoa. Achei a história em alguns pontos muito parecida com Coraline, como disse acima… Não só a descrição da dona do Lar, como o universo que é um tanto sombrio e cheio de segredos aqui. A autora conseguiu criar uma história muito boa em um período curto. Eu só achei o final um pouco apressado demais, foi como se ela tivesse com o relógio tiquetateando na cabeça dela, mas isso não atrapalha na leitura ok?

A diagramação do livro é simples e eu achei a borda do início do capítulo um amor, mesmo com esses insetos. Com a leitura, você entende porque eles estão em todo o livro. O fim é totalmente mind blowing, você acha que acabou e ai a autora te dá um leve tapa que você fica: A-H-N-Ã-O! Eu curti muito essa leitura. E com certeza ele nos mostra que sempre vai ter alguém querendo te mudar, te consertar mesmo que você não queira isso… É um juvenil muito bem trabalhado e pode agradar qualquer idade. Dei 4 estrelas e meia (4.5/5).

“Às vezes você consegue o que você quer, e às vezes… consegue mais. Muito mais.” – página 109

Na mídia, Nossos Autores, Nossos livros, Vestígio 21 jan 2015

‘O Ouro de Quipapá’ em destaque no Diário do Nordeste

Sobre as violências do Brasil profundo

Tradutor francês estreia como escritor em romance policial ambientado na Zona da Mata pernambucana

Tézenas: ambição de mostrar uma realidade radicalmente distinta da dos franceses

Tézenas: ambição de mostrar uma realidade radicalmente distinta da dos franceses

Mayara de Araújo, no Diário do Nordeste

Se você já foi ao Recife ou, ao menos, ouviu alguns dos hits de Chico Science, a primeira página de “O Ouro de Quipapá” vai lhe soar familiar. O olhar ávido do francês Hubert Tézenas, ainda que estrangeiro, capta com honestidade a paisagem da capital pernambucana do fim dos anos 1980, refletida na janela do ônibus que seu protagonista toma.

“A superfície viscosa do Tejipió desfila pela janela. Na orla do mangue uma colônia de pescadores de calções remexe o lodo para pegar caranguejos empanturrados de lixo. A ideia é pendurá-los numa vara e vendê-los nas praias da zona sul para os gringos mais otários. Se não dá certo eles mesmos comem”.

É com uma escrita orgânica que Tézenas se lança ao Brasil profundo: o centro suarento e varrido de camelôs da cidade, o abandono do porto, a miséria da Zona da Mata. Não satisfeito em interessar-se por cenários marginais, os utiliza como pano de fundo para narrativa e personagens idem. Crime, voto de cabresto, trabalho escravo, abuso de poder, a decadência do ambiente prisional – é por isso que o estrangeiro ousa interessar-se. E se sai bem.

Ambientado em um Pernambuco de 1987, “O Ouro de Quipapá” narra a saga de Alberico Cruz, um corretor de imóveis que luta para provar sua inocência. Tendo sido acidentalmente testemunha de um crime, Cruz passa de principal suspeito a culpado ideal. Acusado de assassinato, está fadado a suportar uma porção de violências, de ordens e formas distintas: do cárcere ao antagônico mundo dos senhores da cana-de-açúcar, às portas do sertão pernambucano.

Os capítulos se alternam em duas vozes: uma, em terceira pessoa, acompanha o corretor imobiliário. Outra, já em primeira pessoa, narra os acontecimentos vivenciados por Kelbian Carvalho, o filho caçula de um rico usineiro, que se divide entre tentar tomar as rédeas da usina, fazendo assim a vontade do pai – que, pelo avançar da idade e pela pouca saúde, necessita de um herdeiro à frente dos negócios; e investir, junto ao meio irmão Tiago (filho bastardo de seu pai), em um negócio, segundo Kelbian, mais rentável – a mineração.

Violências

“Acredito que todas as sociedades são violentas, simplesmente por causa das relações de força que são a base de seu funcionamento. O que me marcou no Nordeste é que essa violência se manifestava de forma crua. A dominação social se exercia com uma brutalidade feroz, quase sem disfarce. A vida humana parecia não ter valor”, afirma Tézenas, em entrevista ao Diário do Nordeste. O autor, que fora casado com uma pernambucana e viveu no Estado por mais de 15 anos, exemplifica que, em Palmares (na região sul do Estado), onde morou por cerca de um ano, havia aproximadamente mil assassinatos anuais “isso para uma população de apenas 60 mil habitantes. Além disso, existia uma tabela de preços para os matadores de aluguel, dependendo da posição social da futura vítima, e tinham pessoas que não valiam nem o preço da bala”, acrescenta.

O crime que amarra a narrativa central de “O Ouro de Quipapá” é apenas uma das muitas violências presentes no livro, com forte teor de crítica social. As lutas de poder se dão brutalmente entre acusado e polícia, presos e recém-chegados ao cárcere, encarcerados e policiais, trabalhadores rurais e proprietários de terras, ricos e pobres, jornalistas e políticos, e até mesmo entre irmãos.

O curioso é que, mesmo que o embate entre poderes seja um tema universal, Tézenas passeia com autoridade por elementos nos quais um “forasteiro” teria grandes chances de patinar. Quando, por exemplo, narra a agonia de Alberico Cruz no cárcere, sua escrita fez lembrar a de Paulo Lins, escritor brasileiro morador da Cidade de Deus, favela carioca, que se consagrou justamente escrevendo sobre ela.

Tézenas explica que, quando morava em Recife, para adquirir maior domínio da língua, lia diariamente um jornal local e tinha especial interesse pelos cadernos policiais. “Os episódios de superlotação e revolta dos prisioneiros, presentes no livro, foram diretamente inspirados em fatos reais, que aconteceram numa cadeia do Recife”.

Vozes

Tézenas escreveu uma primeira versão de “O Ouro de Quipapá” na década de 1990 e só em 2008 retomou o material, lançando-o originalmente na França pela Les Éditions L’Ecailler, em 2013. “Quando escrevi a primeira versão, tinha 29 anos, sonhava em ser escritor e naturalmente decidi tratar de uma situação que conhecia de perto havia seis anos e da qual estava impregnado. Só que, aos 29, não tinha os recursos literários suficientes, e se não era capaz de fazer um bom livro inspirado de um assunto tão forte e tão importante para mim, então era melhor escolher outra profissão. Me dediquei à tradução para continuar escrevendo, acumulei técnica e experiência na convivência com excelentes autores, e foi o que permitiu um pequeno milagre: em 2008, quando reencontrei e reabri o manuscrito, vi logo os defeitos e as soluções para melhorar bastante a narrativa”, detalha.

Com o lançamento pela Vestígio (selo da editora Autêntica para romances policiais), em 2014, o autor passou a ser, como ele mesmo define, “um tradutor traduzido” e seus personagens pernambucanos finalmente soaram em sua língua nativa. “A minha primeira e única ambição era mostrar aos franceses uma situação extraordinariamente distante da deles e muito reveladora das relações de força. Essa tradução tem suma importância para mim: já que os personagens da história são todos brasileiros, tive a impressão, quando a li, que todos eles, até que enfim, tinham reencontrado a sua voz original. Como se eu, de certa forma, tivesse traduzido o romance antes da sua escrita”.

Tendo em vista os ataques terroristas ocorridos na França recentemente, questiono se o objetivo do livro de “mostrar aos franceses uma situação distante deles” ainda se mantém em igual proporção.

Tézenas responde: “Na França, o funcionamento social é bem diferente, com estruturas muito mais antigas e controle governamental muito mais forte. Então, não há tanto essa violência individual que se vê ainda hoje no Brasil. Mas, como todo mundo sabe, isso nunca impediu que essas sociedades europeias fossem sacudidas por terríveis explosões de violência, e infelizmente estou longe de poder afirmar que isso nunca vai acontecer de novo. Fico até preocupado com o futuro do meu País”.

Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 21 jan 2015

Librum Legere: “‘O Portal de Magmund’ encanta e diverte”

1Stefanny Oliveira, no Librum Legere

Literatura juvenil sempre me atrai, talvez seja porque ela é muito mais suscetível ao fantástico do que os outros tipos de literatura. Conhecer outros mundos, ver criaturas mágicas e viver muitas aventuras são o recheio essencial para a literatura fantástica, e é justamente isso que Marcos Baccarini consegue trazer em seu livro de estreia O Portal de Magmund.

O livro conta a história de Krigo, Petronius, Rita e Valentina que com a ajuda do dono da biblioteca da cidade, doutor Kovaris, precisam solucionar um grande mistério envolvendo o totem sagrado de ValaMares e lendas passadas de geração através de geração na cidade. Os amigos contam ainda com a ajuda de Panko, o cachorrinho; Totika, a coruja; e Ang, a borboleta e, juntando isso com os poderes que cada um tem, a narrativa tem aventura atrás de aventura.

Apesar do ritmo lento do começo do livro, o que me fez empacar um pouco na leitura, a história se desenvolveu muito bem e trouxe elementos dos mais variados, desde fantasmas até reinos em outra dimensão, deixando a narrativa agradável. Entretanto, houve uma coisa que me incomodou um pouco, pois não estou acostumada, que foi o uso de onomatopeias, principalmente quando indicava as risadas de algum personagem nas suas falas.

Depois do início do livro, a história segue um ritmo sem deixar de lado a ação, fazendo rir em algumas cenas e divertir nas confusões que os protagonistas – e os antagonistas – se metem.

Por falar em antagonistas, os vilões de O Portal de Magmund são bem divertidos, principalmente a bruxa Madame Vison que sem dúvida é a personagem mais engraçada da narrativa.

Marcos Baccarini conseguiu compor um ótimo livro sobre literatura fantástica que encanta e diverte.

Nota 8,0.

Sinopse:
O totem sagrado da cidade de ValaMares desapareceu. Só esse acontecimento já seria um grande problema, não fosse a preocupante lenda que diz que o sumiço do monumento é o prenúncio da vinda do Duocáptero, um temível dragão de duas cabeças que virá de um mundo chamado Magmund, deixando pânico e destruição em seu rastro de fogo.

Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 20 jan 2015

Um Sonho Literário: “‘De volta aos quinze’ cativa do começo ao fim”

2Iago, no Um Sonho Literário

Anita tem trinta anos, mora em São Paulo, e possui uma bagagem cheia de problemas e confusões. Nascida em Imperatriz – MG leva uma vida não tão esperada por seus parentes e até por ela mesma, seu emprego não é lá essas coisas, mora de aluguel e nunca embarcou em uma paixão.

Em um certo dia desses da sua vida normalzinha , ela se depara com o link do seu primeiro blog, criado quando ela tinha apenas 15 anos. Ao ver o blog com um único texto publicado, lhe ocorrem várias lembranças daquela época, e como se por uma passe de mágica é transportada para seu passado, sim, ela volta aos quinze anos, só que agora com a mente de trinta e corpo de 15, e pela primeira vez Anita tem a chance de mudar tudo aquilo que se arrependera de ter feito, ela poderia mudar seu passado e transforma-lo em seu futuro.

A ideia de refazer sua vida foi uma “mão na roda” para Anita, ela desfez amizades, fez novas, aproveitou mais a companhia de seu pai e acabou se redescobrindo, percebeu que tudo que ela tentava mudar tinham suas consequências e que o problema não eram as pessoas mas ela mesma, antes de mudar qualquer coisa ela deveria mudar a si própria.

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Encarando sua realidade de frente: Solteira, endividada até o pescoço, com um trabalho que não lhe deixa feliz, Anita se empolga de tal maneira para mudar seu passado que acaba esquecendo das pequenas coisas que por mais insignificativas que pareçam, fazem parte da sua vida, de quem ela realmente é, esquece que profissionalmente sua vida é uma “merda”, mas por outro lado se ela não tivesse feito a faculdade de administração- carreira na qual seus pais a incentivaram- não teria conhecido seu melhor amigo Henrique, aquele que sempre a apoiou nos momentos mais difíceis.

A questão é, como Anita vai lidar com esse digamos “poder” que ela tem de voltar ao passado? Isso irá transformar sua vida? Ou irá torna-la um caos ainda maior que é?

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Bom gente, “De Volta Aos Quinze” é o primeiro romance da autora e blogueira Bruna Vieira, e é o primeiro volume da trilogia “Meu Primeiro Blog”.Com uma linguagem gostosa, o livro te cativa do começo ao fim, impossível parar de lê-lo, o mesmo te faz refletir muito sobre sua vida, te faz pensar que cada escolha que fazemos, por menor que seja pode ter um reflexo significativo em nosso futuro.

Atitudes, gestos, pensamentos fazem parte da nossa personalidade, e nos fazem acreditar que o mundo não muda ninguém, quem tem o poder de se mudar somos nós mesmos.

Mas afinal, quem nunca teve vontade de voltar atrás e fazer diferente, que jogue a primeira pedra, esses pensamentos que nos fazem ser humanos, pessoas de mudanças, de fases, essa é a Vida.

Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 20 jan 2015

Respirando livros: “‘A extraordinária garota chamada Estrela’ é lindo, profundo e surpreendente”

Hemilly, no Respirando livros

1Oi gente! Tudo okay? Feliz dia do leitor atrasado, haha!
Estou aqui com a segunda resenha do ano, que é de um livro muito amor e que me surpreendeu. Tinha visto muitas opiniões positivas do livro, e decidi que tiraria minhas próprias conclusões. Vamos acompanhar o que achei do livro?

Livro cedido pela a editora

Livro cedido pela a editora

Lindo, profundo, surpreendente. Essas foram as palavras que ficaram na minha mente no término da leitura de A extraordinária garota chamada Estrela. Foi minha leitura de transição de 2014 para 2015, e posso dizer que pelo menos na leitura meu ano começou com o pé direito! Esse livro não poderá ser entendido por todo mundo, mesmo sendo simples ele tem sua complexidade, é preciso ser sensível para entender sua essência.

O livro é narrado por Leo Borlock,um aluno normal que achava que ia ser só mais um ano na Escola de Ensino Médio de Mica até conhecer e se apaixonar por Estrela Caraway, é através dele que conhecemos a personalidade da garota.Era uma menina bem diferente, vestia-se com roupas nada convencionais, fazia serenatas com seu ukelele quando alguém fazia aniversário, era inacreditavelmente gentil e realmente se importava com o próximo.

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Por ter uma personalidade tão única Estrela foi recriminada, xingada, considerada uma farsa, e até ignorada. As pessoas não conseguiam acreditar que alguém poderia ser assim, até o próprio leitor sente que ela é uma farsa, “isso tudo que ela faz é muito forçado” eu pensava.

No meio de tantas agressões, Estrela sente-se dividida, e já não sabe se ser ela mesma pode ser algo bom, e aí fica a dúvida se deve ser ela mesma ou ser o que a sociedade dizia ser “normal”.

A extraordinária garota chamada Estrela não traz só a questão de acreditar que pessoas como Estrela existem, mas aborda a questão dos valores, do que realmente nos importamos, da individualidade do ser humano, e de como podemos ser pessoas-estrelas, de como podemos ser mais naturais e simples, de como podemos ter beleza interior e possuir caráter, não ser só mais um “maria-vai-com-as-outras”.

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A estória de Estrela é realmente linda, mesmo sendo um livro juvenil merece ser lido por todas as idades, não mudaria nada, tudo foi colocado em dose certa, mesmo sendo um livro de leitura leve e que flui com facilidade, carrega um grande peso sobre si, traz a responsabilidade de mostrar como caminha a humanidade, de como pessoas-estrela são mal compreendidas, de como as pessoas vem perdendo a sensibilidade e estão deixando de ser individuais. A obra de Jerry Spinelli não vai ser compreendida por muitos assim como Estrela, mas todos deviam ler esse livro!

Minhas queixas do livro são poucas, e de certa forma são inúteis, os diálogos, por exemplo, eram expostos em aspas e isso me incomodou bastante, além do romance que acontece entre Leo e Estrela que demorou para acontecer, e quando aconteceu não foi tão intenso quanto eu esperava, mas fora isso o livro foi mais que perfeito, está recomendado! Não deixem de ser deliciar com a escrita gostosa de Jerry, com a personalidade forte de Estrela, com a indecisão de Leo, uma estória diferente e original assim como a protagonista. Essa foi uma resenha difícil de fazer porque nem eu sei se soube expressar a genialidade do livro, fiz e refiz umas 10 vezes e ainda assim acho que não está bom o suficiente, mas espero que tenham entendido a mensagem e a urgência na qual devem ler este livro!

Bem pessoal, é isso, espero que tenham gostado e até o próximo post!

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