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Na mídia 29 out 2014

O Dia: Para enfrentar as perdas

Lançamentos para crianças e jovens abordam com delicadeza e sensibilidade como enfrentar as perdas inevitáveis, que nos fazem mais fortes diante dos desafios da vida.

Katia Saisi, no jornal O Dia

O amadurecimento é a decorrência natural da vida, que cresce e se desenvolve até se tornar adulta. É quando se pode deixar de lado o que está em desacordo com os propósitos e metas estabelecidos, priorizando atitudes, pensamentos e palavras que contribuam para alcançar os objetivos traçados. É a capacidade de planejar a própria vida, aprendendo dos erros, priorizando atividades e estipulando objetivos. Mas, para além dessa definição de dicionário, o amadurecimento pressupõe também lidar com as perdas, aprendendo com elas e ganhando experiência para enfrentar o imponderável.

E nisso a literatura pode ser uma grande aliada, especialmente para as crianças que encaram perdas. Vários títulos que acabam de chegar às livrarias retratam justamente essa temática e ajudam os leitores a superar esses difíceis momentos, trazendo serenidade e ponderação frente às adversidades.

Em “Fidenco”, Sonia Junqueira brinda os pequenos leitores com uma comovente história de sua infância. Em “Amor que vai amor que vem”, Regina Rennó apresenta uma narrativa exclusivamente visual sobre a perda do bichinho de estimação. O mesmo tema é também explorado em “A viagem de Fofo”, de Telma Guimarães. Já para jovens, “O vaso chinês”, de Tânia Alexandre Martinelli, retrata as angústias e dúvidas de uma garota, que enfrenta a separação dos pais.

Leitura para diferentes faixas etárias, mas que têm algo em comum: ensinam que a dor não é exclusiva de cada um. Todos nós passamos por momentos de perdas variadas. Mas é justamente nesses momentos que nos tornamos mais fortes e maduros.

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Fidenco

Há histórias de nossa infância que ficam para sempre em nossos corações. Foi o que aconteceu com Sonia Junqueira, que é editora de livros infantis e juvenis e também escreve para crianças, tendo já mais de 100 títulos publicados. Em “Fidenco” (32 páginas, R$ 34,00), lançamento da Autêntica Editora, ela partilha com os pequenos leitores uma história verídica que aconteceu durante sua infância.

Sonia nasceu e passou parte de sua vida em Três Corações, no sul de Minas, numa casa com quintal, de onde tem belíssimas recordações. “Um dia, um pintinho apareceu não se soube de onde e foi ‘adotado’ pelo meu irmão caçula, que tinha uns 5, 6 anos”, conta ela. O bichinho de estimação ganhou o nome de Fidenco, em homenagem ao então famoso cantor italiano Nico Fidenco, o predileto de sua mãe. “Fidenco teve uma história linda e trágica, que passou a fazer parte do folclore da família.”

É essa delicada e terna história que ela conta com muita emoção. Fidenco era especial, com sua cabecinha meio torta e irrequieta, corpo mirrado e olhinhos que diziam coisas. A amizade do garoto com o pintinho cresceu junto com os dois. Até que a família resolveu se mudar para a capital e não poderia levar nem o Fidenco, nem os outros bichos do quintal. Além da dor da separação, o que o garoto não sabia é que a desventura não tinha acabado… Apesar de tudo, ele dá uma incrível
demonstração de amor e força diante do inesperado.

1Para ilustrar, Sonia convidou o design gráfico Diogo Droschi, que criou desenhos de grande sensibilidade. “Fidenco vem cheio de sentimento, de vibração. É uma história que se constitui na confluência de memória e afeto, e traduzir isso em imagens foi desafiador”, conta o ilustrador mineiro.

“Com este livro, o Fidenco encontrou mais um jeito de ficar pra sempre dentro da gente”, confidencia a autora. Os leitores certamente vão se apaixonar pelo Fidenco e, como seu grande amigo, trazê-lo para sempre dentro de si.

Sonia Junqueira é formada em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Conheça algumas de seus livros em: http://grupoautentica.com.br/autentica/autor/sonia-junqueira/629

2Diogo Droschi nasceu em Belo Horizonte (MG) onde ainda mora, e se formou em Design Gráfico pela UEMG e em Artes Gráficas pela Escola de Belas Artes da UFMG. Conheça os livros que ele ilustrou: http://grupoautentica.com.br/autentica/ilustrador/diogo-droschi/14

Resenhas 29 out 2014

Amiga da Leitora: “As personagens de ‘A ilha dos dissidentes’ são extremamente cativantes”

1Anna, no Amiga da Leitora

SER LEVADA PARA uma cidade especial não estava nos planos de Sybil. Tudo o que ela mais queria era sair de Kali, zona paupérrima da guerra entre a União e o Império do Sol, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que pudesse ser um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que os fazia ter habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se adaptar a uma nova realidade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra. (SKOOB)

Sybil, é uma garota comum que mora em Kali, um lugar que vive sob o julgo da União. É nesse lugar aonde toda a guerra entre a União e o Império se concentra, e é por isso que determinada a não se tornar parte do exercito de Kali, que Sybil acaba embarcando em um navio, Titanic III (adorei o nome ahhaha), em direção ao Pacifico, onde vivem os refugiados.

Mas assim como aconteceu com o primeiro Titanic, o Titanic III acaba afundando e a unica sobrevivente é Sybil. Mistérios a parte, descobrimos que o motivo de Sybil não ter morrido é pelo fato dela ser uma anómala, ou seja, possuir um certo dom, como um poder especial. E esse dom está ligado a água.

Depois da descoberta da sua mutação Sybil é enviada para Pandora, região aonde apenas os anômolos vivem. Lá ela é “adotada” por Rubi, uma mulher super simpática, que é mãe de Tomás e cunhada de Dimitri. Sentindo-se acolhida e pertencente ao ambiente como nunca antes na vida, Sybil não demora a se tornar parte da turma em Pandora e muito menos a fazer amizades e desenvolver sentimento mais profundos por aqueles com quem convive.

Na escola, lugar onde passa a frequentar, Sybil faz seus primeiros e reais amigos, Naoki, Andrei e Leon. Além das matérias consideradas normais, Sybil e os amigos fazem matérias que os ajudam a conhecer, controlar e evoluir os dons que possuem. Para completar a carga horária, Sylbi decide fazer a matéria TecEsp, uma matéria carregada de mistérios e que muitos desejam fazer, mas pouquíssimos conseguem.

Algum tempo depois, Sybil já está acostumada a vida em Pandora e até a ama, e é então que sua vida da uma nova reviravolta. O professor da aula de TecEsp, da uma gincana aos alunos e sem que eles saibam, aqueles que mais se destacarem irão para uma missão. Sybil, quando descobre o “premio” da gincana, começa a sentir-se apreensiva, pois na última missão um dos alunos faleceu, e agora ela participará de uma missão sem a garantia de voltar viva.

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Logo que esse livro foi lançado eu ouvi imensos elogios a ele na blogosfera, então eu fiquei super curiosa, mas acabei enrolando pra ler.

A Narrativa da Bárbara é muito boa, é uma narrativa bem dinâmica, fluída e que permite o leitor se envolver na trama. Os detalhes encaixados por ela (como o nome dos lugares, por exemplo), a falta de uma noção espacial e geográfica exata, são elementos de muito valor para trama e foram lançados nela de uma maneira muito inteligente.

As personagens são extremamente cativantes, principalmente o Andrei, gente que menino apaixonante hahahha. E o mais legal é que atitude e idade batem, ou seja, não são aqueles adolescente com uma “super maturidade”, que mais parecem adultos, tudo é equilibrado.

Sobre paixão, eu shippei Andrei e Sybil do inicio ao fim, mas apenas pequenas faíscas rolaram, então eu espero que até o ultimo livro da trilogia, aconteça uma grande evolução no relacionamento desses dois viu hahahhahah.

Uma pequena critica, é que por ser um livro de guerra, com características distópicas, eu acabei sentindo a falta de um pouco mais de ação, assim como Divergente (resenha aqui), tiro e bomba, só rolou mesmo mais pro fim da narrativa. Mas tirando isso é um ótimo livro! Ah! Dessa vez resolvi deixar um quote para vocês que me conquistou imensamente ♥

“Suspeito que amor é só um tipo diferente de amizade” (p.121)

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Resenhas 29 out 2014

Bela Psicose: “O final de ‘A Escola do Bem e do Mal’​ deixou um gosto de quero mais”

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Ana Gabriela, no Bela Psicose

Olá pessoas! Vim aqui hoje trazer a resenha do livro A Escola do Bem & do Mal do autor Soman Chainani. Eu o recebi em parceria com a Gutenberg

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias.
Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são.
Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Achei muito curioso o fato de que o autor é homem, são poucos homens que fazem romances e eu achei isso interessante, resolvi arriscar. O livro conta a história de Sophie e Agatha, as duas são amigas. Sophie é o tipo princesinha (mas sem a parte do bom coração, diga-se de passagem) e Agatha é o tipo bruxa (sem a parte de ser má). Em Gavaldon, onde vivem, a cada 4 anos dois adolescentes (entre 12 e 16) são levados para além da Floresta, e assim elas acabam sumindo. Só que na verdade, elas são enviadas para as Escolas: Bem & Mal que é divida pela Ponte do Meio Caminho. Ninguém pode atravessar essa ponte sem autorização do diretor ou professoras, e se forem pegos sem autorização lá, os pássaros que fazem a segurança os matam.

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Sophie sonha com o dia em que será raptada pra ir pra Escola do Bem, Agatha acha a ideia ridícula, sonhadora demais, ela prefere a casa dela no cemitério com a mãe e a gata de estimação; mas até mesmo a mãe de Agatha deseja que a filha seja raptada. Até que um dia isso acontece. A grande surpresa são os cursos escolhidos pra cada uma. E Agatha descobre que a história que rondava o povoado era verdade. Sophie fica indignada pois tudo o que ela quer é seu príncipe, Tedros. E chega ao nível de obsessão. (Nossa, que nojo dela)

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A narração é em terceira pessoa. O desenvolvimento é bem rápido, mas também descritivo. A criação das personagens principais foi ótima. Você consegue imaginar perfeitamente como elas são. Fora as outras personagens que são bem estruturados. Eu particularmente adorei os clímax que o autor colocou dentro desse primeiro livro, e o final deixou um gosto de quero mais. Amei de paixão a Agatha. Sério. E o livro tem ilustrações no inicio de cada capítulo.

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E é isso gente, eu não quero acabar dando spoiler pra vocês! Não gosto dessa raça.

“Somente quando destruírem o que acham que são é que poderão abraçar quem verdadeiramente são.”

Resenhas 28 out 2014

​Leituras&Fofuras: “‘Rani e o Sino da Divisão’ é uma leitura surpreendente, inusitada e interessante”​

1Andresa, no Leituras&Fofuras

Quando peguei e o Sino da Divisão para ler, não sabia o que esperar. Nem li a sinopse completa e solicitei o livro para resenha. Vi bons comentários e achei interessante ser um livro sobrenatural escrito por um autor nacional.

Rani é uma adolescente de 15 anos comum que ama música, tem um estilo punk, uma banda de punk death metal com a melhor amiga Marina e na escola é uma aluna ok, que faz parte do time de futebol. Até aí tudo normal. Mas a entrada de um novo aluno em sua turma muda o rumo de sua vida. Ela descobre que criaturas sobrenaturais existem e que nada é como aparenta ser. Mas o pior é descobrir que é uma xamã e que o feiticeiro mais poderoso que se tem conhecimento há um bom tempo está matando todos os xamãs existentes e ela é um dos principais alvos. Com a ajuda da amiga e dos novos amigos sobrenaturais ela terá que aprender a usar seus poderes e a encontrar o único artefato capaz de derrotar Aiba.

[...] Ninguém ali estava entrando em uma briga para salvar o mundo ou algo épico, o escopo da nossa batalha era muito menor. Lutaríamos contra Aiba para que pudéssemos nos reunir em Gertrudes, para tocar em uma banda de duas pessoas, ler quadrinhos e nos sentarmos no posto de gasolina. Pelas pequenas coisas que realmente importavam.

No começo da leitura eu não havia me empolgado porque Rani é um pouco descritiva e seu dia-a-dia estava sem nenhum acontecimento que chamasse atenção. Mas aos poucos, com a entrada dos seres sobrenaturais a história foi ficando interessante e foi ficando difícil parar a leitura. A história se passa em Graúna, cidade no interior de Minas Gerais e é interessante porque o autor sempre faz referências à cidade durante todo o livro, dizendo onde tem determinada coisa, o costume dos moradores, lugares importantes, etc.

[...] comprovei que os Animais de Festa raramente tinham algum compromisso com a seriedade. Talvez fosse por isso que eu me sentia tão à vontade entre meus novos amigos, um grupo deslocado de todo o resto do mundo, mas que me acolheu de uma maneira que as pessoas normais nunca fizeram.

Rani é uma personagem que eu gostei, sem mimimi, engraçada e não se importa com o que os outros pensam dela. Pietro e o resto dos “Animais de Festa” fazem parte de uma facção de seres sobrenaturais. Além deles, existem mais dois grupos: “Corte das Linhas” e “Invisíveis”. Os “Animais de Festa” são os “perdedores” no mundo sobrenatural, enquanto a “Corte das Linhas” acredita que os seres sobrenaturais são melhores que os humanos e que devem reinar sobre eles e os “Invisíveis” tem o mesmo pensamento, mas são os de maior escalão e mais antigos.

 

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Além da linda capa, que combina perfeitamente com o livro, a diagramação está muito legal. A cada capítulo um trecho de música (de rock, metal, etc) e ao longo do livro algumas anotações da protagonista, além de outras coisas. Voltando a capa, o fundo roxo, com detalhes pretos e laranja fluorescente é perfeito para o clima do livro. Na capa vemos o cemitério e outros elementos que aparecem no livro como o tênis fluorescente, o gato, a guitarra, a raquete, o pássaro, etc.

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O livro tem um tom de humor e comédia. Havia momentos em que eu perguntava “Tá falando sério?” e depois começava a rir sozinha. Há momentos meio loucos e de zoeira pura (todos no bom sentido). Por exemplo, no livro aparece Lúcifer (aquele que comanda o inferno) e sabem o diz na plaquinha da casa dele? “Cantinho do Lulu” e como ele lhe recebe na casa dele? Com um pirulito de coração na boca. A loucura no livro é bem interessante, vemos desde os seres sobrenaturais mais conhecidos como vampiros, lobisomens, espíritos, demônios e outros que estamos menos habituados como dinossauros. Além disso, na visão do livro, vários acontecimentos na Terra foram causados por seres sobrenaturais e não pelos autores que ficamos sabendo nos livros de história. É tudo muito louco (mais uma vez, no bom sentido).

[...] A garota tremia da cabeça aos pés, mas fazia questão de nos acompanhar com a máquina fotográfica antiespíritos em sua mão… Eu era obrigada a admirar isso, a única pessoa normal em um grupo de esquisitos e que não me abandonava como outra pessoa teria feito.

Gostei de todos os personagens, de Rani, Marina e dos ‘Animais de Festa’. Todos são interessantes e peculiares de sua forma. E o mais interessante neles é a amizade, união e lealdade que possuem com o outro. Outro ponto que destaco é que os seres sobrenaturais nesse livro não são como os que estamos acostumados. Vampiros não queimam no sol, apenas enfraquecem, lobisomens não estão nem aí pra lua cheia e por aí vai.

Rani e o Sino da Divisão é um livro divertido, um pouco louco, com personagens inusitados (que vão desde satã a personagens icônicos da história do mundo), com muitas referências, mundos paralelos e tantas outras coisas que me surpreenderam que eu definitivamente recomendo! É uma leitura surpreendente, inusitada e interessante (e é livro único, amém).

Resenhas 28 out 2014

Maluquice de Garota: “‘Diário de classe’ é um livro para pensar e refletir”

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Isabella, no Maluquice de Garota.

Já conhecia a página e o trabalho da autora, mas ainda não tinha me interessado pelo livro. Porém, de uns tempos para cá, tenho visto várias resenhas sobre o mesmo e minha vontade de lê-lo surgiu.

“Diário de classe” é um livro para pensar e refletir, em primeiro lugar. As páginas são levemente amareladas, a narrativa é tranquila e muitas ilustrações são encontradas no decorrer do livro nos mostrando a história de toda essa trajetória deste projeto que deveria ser um exemplo para todos os brasileiros.

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Aos 13 anos, Isadora Faber, uma garota comum de Florianópolis, decidiu criar uma página no facebook, o Diário de classe, para mostrar os problemas de sua escola pública. O objetivo dela não era, não é e nunca foi criticar, mas sim abrir os olhos das pessoas para os problemas reais que ela, e mais da metade de outros jovens brasileiros, enfrentam com a educação nas condições apresentadas.

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Logo a garota acabou se tornando um sucesso no Brasil. Apesar das ameças, dos processos e das denúncias, ela não desistiu, continuou a lutar por uma educação melhor e hoje, depois de 2 anos, a página conta com mais de 630 mil curtidores.

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Se você pensa que a Isadora parou por ai, então pode tirar o cavalinho da chuva. Depois de tanto sucesso, ela criou uma ONG, a ONG Isadora Faber, para ajudar a mudar cada vez mais a educação do nosso país, deu diversas palestras, foi assunto nacional e internacional e ganhou vários prêmios.

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Confesso que eu não achei que iria gostar tanto do livro, principalmente por ele ser de um gênero raro de se ver na minha estante, mas ele entrou para os meus favoritos. Não acho que eu teria a coragem que a Isadora teve. Sou quieta, faço o possível para não me meter em confusão e não acredito que aguentaria todas as ameaças que ela recebeu, pelo menos não as mais graves (Onde já se viu ameaçar a garota de morte só porque ela estava tentando ajudar o país a seguir em frente?!?). Posso dizer que essa garota é uma das adolescentes mais corajosas que conheci (Não pessoalmente) e apoio a iniciativa dela. Eu sei que esse livro não é do gosto de todos, mas leiam, vale a pena!

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