• Livros por um beijo: “‘O misterioso Lar Cavendish’ é um conto fascinante de verdades inquestionáveis”

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Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 18 dez 2014

Le Paper Wings: “‘O Livro do Bem’ é aquele livro cheio de amor que você simplesmente não larga por nada desse mundo”

Taki, no Le Paper Wings

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Título: O Livro do Bem: Coisas para você fazer e deixar o seu dia mais feliz por Indiretas do Bem
Autor: Ariane Freitas e Jéssica Grecco
Editora: Gutenberg
Data de Publicação: Novembro 2014
Páginas: 224

 

 

O Livro do Bem é literalmente aquele livro cheio de amor que você simplesmente não consegue largar por nada desse mundo. Eu tenho acompanhado o trabalho das meninas desde o começo e sempre admirei muito o trabalho delas, ai quando foi anunciado depois da Bienal de São Paulo que sairia um livro publicado pela Gutenberg, eu fiquei extremamente animada!

Ele é um livro totalmente diferente do que eu já vi por aqui, porque ele é sobre alguém muito especial: você, o dono do livro. É um espaço para você fazer coisas que vão colocar um sorriso no seu rosto e deixar sua vida mais alegre e feliz. Ele é lotado de pequenas e grandes atitudes que vão lembrar você que tudo sempre pode ser melhor e mais divertido, e que cada segundo da vida vale a pena até quando a gente tende a nos pressionar constantemente com as coisas do nosso dia-a-dia – trabalho, escola/faculdade, trânsito, problemas familiares e afins.

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Este é um livro sobre amor, felicidade e alegria de viver. Mas ele só vai acontecer completamente se o leitor topar embarcar nessa loucura fazendo-o seu de verdade. Cada minuto que dedicado à suas páginas farão com que este livro se torne mais completo e mais seu, o que ao mesmo tempo que faz muitos lembrarem do Destrua este Diário – publicado ano passado pela Editora Intrínseca -, eu diria que ele é uma versão otimista e cheia de amor do mesmo, já que ele gradativamente te motiva a olhar as coisas positivas da sua vida de uma forma descontraída e divertida.

 

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É um livro que eu recomendo para qualquer pessoa em qualquer idade, inclusive se tornando o presente perfeito para dar para alguém, já que você também estará compartilhando um pouco mais do amor que as meninas fazem questão de nos lembrar ao longo de toda a obra. Simplesmente adorei a proposta deste livro e estou totalmente animada em fazer agora todas as coisinhas deste livro e compartilhar com vocês e as pessoas usando a tag #livrodobem, e eu acho que você deveria fazer o mesmo!

Avaliação: 5/5 estrelas.

E vocês, o que acharam desse livro? Já leram? Tem interesse em ler? Deixe as suas opiniões nos comentários e vamos conversar!

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Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 18 dez 2014

Contágio Literário: “‘Minha Metade Silenciosa’ só digo uma coisa, você precisa ler esse livro”

Edson, no Contágio Literário

 

 

 

 

 

Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 16 dez 2014

Falando em Livro: “Se você é adepto das histórias de contos de fadas, disney, eu recomendo a leitura”

Fernando Tabosa, no Falando em Livros

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No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

 

A história se passa em um povoado chamado Gavaldon, onde a cada quatro anos, na décima primeira noite do décimo primeiro mês, dois adolescentes somem misteriosamente. A população tem medo desses acontecimentos, pois os mesmos ocorrem há mais de 200 anos, portanto, os pais trancam seus filhos, na tentativa de protege-los, na noite anterior ao evento. Mas isso tudo por causa de uma lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar heróis ou vilões dos contos de fada.

As personagens principais são duas meninas: Sophie, que almeja ser admitida na Escola do Bem e possui como um de seus maiores sonhos, se tornar uma princesa. Já a sua melhor amiga, Agatha, não acredita em contos de fada e tem a certeza de que tudo não passa de uma lenda.

Agora vamos entender mais sobre a obra? Como é uma trilogia de gênero fantasioso, nós sabemos que é necessário uma inserção do leitor neste mundo criado pelo autor. Algumas pessoas acham isso chato e, de fato é, mas é extremamente necessário para o desenvolvimento da história. O autor acertou em cheio quando culminou a lenda da Escola do Bem e do Mal aos personagens já conhecidos pela sociedade nos contos de fada.

Sophie e Agatha por serem totalmente diferentes, acabam se dando bem. O que achei bastante importante no livro, foi que podemos ver o ponto de vista de ambas as personagens. Sophie é um pouco irritante pelo fato de ser supérflua. Enquanto Agatha nos encanta do começo ao fim. Encerrando, o livro é bastante divertido, com bastante ação e criaturas incríveis. Se você é adepto das histórias de contos de fadas, disney, etc, eu recomendo a leitura! E mesmo você não sendo muito fã desse universo todo (que é o meu caso), acredito que vale a pena ler o livro, afinal, ele é muito divertido e serve para passar o tempo quando você quer uma leitura bem leve. Sem falar que a escrita do autor é fluída e a diagramação está impecável.

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E a editora ainda me mandou essa carta antes de eu receber o livro! Obrigado Editora Autêntica. Espero que tenham gostado da resenha! Abraços.

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Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 16 dez 2014

Arte de Ler: “‘A Escola do Bem e do Mal’ é profundo e encantador”

 

 

 

 

Isaac Zedecc, no Arte de Ler

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 Alô, Alô Galerinha! 

 

Hoje tem resenha de uma obra magnífica da editora Gutenberg. Um conto de fadas autêntico e apaixonante. Um livro que faz o leitor transbordar no mundo magnífico dos contos de fadas. Vamos conhecer obra e autor?
livro

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No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias.

Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são.

Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

 

autora

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É fascinado por contos de fadas (mais que as crianças de Gavaldan). Cresceu lendo essas histórias e assistindo às animações da Disney. Quando fez sua graduação em Harvard, praticamente criou uma matéria para ele mesmo, sobre contos de fadas, e escreveu uma tese sobre o motivo pelo qual os vilões são tão irresistíveis.

Roteirista aclamado, é mestre pela Columbia University na área de Cinema (Direção) e foi ganhador do prêmio máximo da instituição, o FMI Fellowship. Seus filmes já foram exibidos em mais de 150 festivais ao redor do mundo, tendo ganhado mais de 30 prêmios de júri e público. Suas premiações como autor incluem o Big Bear Lake, o New Draft, o CAPE Foundation, o Sun Valey Writers’ Conference e o cobiçado Shasha Grant, concedido por um júri internacional de executivos de cinema.

Quando não está escrevendo histórias ou lecionando em Nova York, Soman é um jogador de tênis habilidoso e difícil de vencer (ficou dez anos sem perder um primeiro set!). Até que começou a escrever A Escola do Bem e do Mal. Agora, ele perde sempre.

 

 

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Sophie e Agatha, duas garotas diferentes. Agatha é sombria e estranha, gosta de preto e vive em um cemitério. Sophie é patricinha que faz coisas “boas” com o objetivo de ser admitida na escola do Bem, que de acordo com a lenda, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente do Povoado de Gavaldon. Agatha acha tudo isso uma grande besteira e  não acredita da lenda, até que um dia uma grande sombra denominada de Diretor da Escola leva-as para a grande, misteriosa e temida ESCOLA DO BEM E DO MAL. A partir dai vamos viver e imaginar grandes aventuras.

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A escola do bem, um grande castelo branco envolto por um arco íris, com as torres da Pureza, Honra e Coragem, um lago de aguas cristalinas, fadas e ninfas protetoras.

A escola do Mal, um castelo negro com raios e tempestades, torres da Malícia, Injuria e Vicio, um fundo e podre fosso com lobos guardiões.

Entre as duas escolas está uma torre inalcançável, e proibida, onde está o Diretor da Escola e o Storian, uma caneta mágica responsável por escrever dar um final aos contos de fadas.

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Um ‘erro’ proposital faz com que ódio e amor cresçam em corações indiferentes e mude rumos de historias que já se diziam definidos. Um lugar onde o seu amor se transforma em seu Nêmesis e sua vida vira de cabeça pra baixo. Onde o seu maior premio é um final feliz.

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Sempre gostei de contos de fadas, mas sempre esperei um final onde o mal prosperasse, não porque sou do mal ou gosto mal hahahaha’, mas porque na realidade em que vivemos Felizes para Sempre é mais que um privilegio.

Quando recebi a carta de que fui admitido na Escola do Bem, fiquei muito feliz, e fiquei mais feliz ainda quando li que os 10 primeiros que mandassem um email receberiam um exemplar, e foi assim que chegou o meu livro.

 

É uma historia que prende o leitor em uma imensidão mágica, no final do livro e leitor poderá se enrolar pois são muitos acontecimentos, o que traz as maravilhosas emoções que levam posteriormente a ressaca literária. Uma escola maravilhosa com uma grade curricular perfeita, uma seleção de profissionais qualificados como o Professor Sader, Princesa Uma, Professora Dovey, Pollux e muito mais.

O autor Soman Chainani e a editora Gutenberg estão de parabéns, pois juntos eles trouxeram a tona um livro magnifico que faz o leitor aprofundar na imaginação, sem querer largar a obra até o desencadear dos fatos. é profundo e encantador, capaz de romper as barreiras do conformismo e lutar pelo que quer.

 

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 Abraços literários!

Isaac Zedecc

Gutenberg, Nossos livros, Resenhas 15 dez 2014

Livro & Café: “‘Mate-me quando quiser’ é um livro gostoso de ler”

1Francine Ramos, no Livro & Café

Um assassinato começa muito antes da bala sair do revolver e voar até um corpo. Porque, tanto a pessoa que aperta o gatilho, quanto a pessoa que será a última morada da bala possuem uma história para contar que, por motivos diversos, se encontram nesse momento tão estranho, tão ficção, tão filme policial, tão real também.

Em “Mate-me quando quiser” (lançamento da Editora Gutenberg), a escritora brasileira Anita Deak nos apresenta uma mulher que quer se matar, mas por não ter coragem de realizar tal ato, contrata um assassino profissional para resolver o seu problema num prazo de 4 meses em que ela estará na Espanha, vivendo – sobrevivendo – aos últimos meses de sua vida.

Se há um assassino e uma pessoa que quer morrer, parece que não é para acontecer problema algum, pois por mais que exista um crime, que é algo extremamente ruim, finaliza uma história, põe fim a um ciclo. Porém há alguns fatores que transformam toda uma história, como o acaso, o destino, o desejo, o impulso. E é sobre isso que o livro fala. O desejo da morte é contado na primeira página, “mate-me quando quiser”, escreve a moça desesperada para o matador. E então o leitor recebe uma história divertida e leve – apesar do tema morte, que o faz conhecer personagens interessantes numa narrativa veloz e simples.

O que mais gostei no livro foi o personagem Soares, o matador, que foge um pouco do estereótipo de que para ser matador é preciso frieza e maldade até nas atitudes cotidianas. Ele é todo sensível e apaixonado. O que menos gostei é que fiquei com a sensação de que a história poderia ser mais longa. A situação de uma mulher que deseja se matar, os motivos que a leva para tal e também o que está por trás desse desejo poderiam ser mais bem explorados. Mas entendo também que se isso acontecesse o livro perderia a sua caraterística de “young adult”. Em linhas gerais, é um livro gostoso de ler, indicado para leitores iniciantes, que irão receber uma mistura de pequenas doses de paixão, medo, morte, desejo e erros.

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