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  • Surtos Literários: “‘Como eu realmente…’ é divertido, inteligente e ousado”

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  • NG: “‘Marcados’ é um livro para quem gosta de histórias distópicas”

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Resenhas 20 out 2014

Sete Coisas: “‘Rani e o Sino de Divisão’ me surpreendeu do início ao fim”

1Igor Thiago, no Sete Coisas

O que me chamou mais atenção do livro de Jim Anotsu foi a capa, simplesmente incrível, engraçada, chamativa. Logo somos apresentados a um conteúdo rico, bem escrito e gostoso de ser lido – além de uma capa bonita na estante, também prestigiamos uma história com personagens enigmáticos e únicos, bem desenvolvida, sem pressa e sem desanimo. Uma história perturbadoramente envolvente, marcada por toques delicados, macabros e medonhos.

Rani é uma garota metaleira, aliás faço das palavras dela a minha, headgargers, com uma banda de punk death metal e uma vida aparentemente normal, sem mais delongas a vida de Rani poderia ser normal se gatos não começassem a falar, se um garoto incrivelmente colorido não aparecesse no meio de tanto preto-gótico e outras coisas parassem de acontecer. Mas quando Rani descobre que o arco-íris de tênis fluorescente, Pietro, é um vampiro (abre alas para Crepúsculo, ou não) sua vida perde realmente o sentindo: ela descobre que faz parte de um grupo misterioso de jovens seres sobrenaturais, os Animais de Festa. Como se não pudesse ser pior, ela descobre que também é uma xamã e precisa ser treinada urgentemente para poder sobreviver, um inimigo está disposto a matar todos os xamãs para se alimentar de suas forças vitais.

Logo Rani se encontra numa aventura inclusa no meio dos seu cotidiano juntamente com sua melhor amiga e baterista, um lobisomem cientificamente inteligente, um vampiro colorido e sexy, um mago incrivelmente idiota, uma vampira assustadoramente impressionante e malvada (viva a personalidade de Valentina) e até mesmo, pasmem, o filho do capiroto.

“Prepara-se para o verde – disse Marina – Verde em dobro. Para proteger os bichinhos do nosso açafrão, para unir os vegetarianos em alimentação. Para denunciar os males do churrasco com amor. Para engolir soja até ver estrelas. Equipe Rani decolando na velocidade da luz. Renda-se agora ou prepara-se para mastigar!”

“Rani e o Sino de Divisão” é um livro MUITO, sintam a ênfase no muito, engraçado e o qual me identifico bastante: Jim Anotsu inclui muitas (ênfase em muitas, novamente) coisas de outros livros, como O Guia dos Mochileiros das Galáxias, além de livros o autor faz uma homenagem musical à diversas bandas e cantores; e porque também não filmes, seriados e desenhos (não sei se vocês perceberam mais o quote [citação] acima é uma referencia aquela famosa frase de equipe Rocket quando eles vão enfrentar o Ash, Misty e Brock – para quem não conhece, o desenho é Pokemon ಌ). Devido à isso, para quem conhece outras passagens de outras obras, gostará muito do terceiro livro de Jim Anostu, pois talvez se identifique da mesma forma como me identifiquei em diversos momentos.

Sem dúvidas, o livro é um musical. Viva a apologia ao rock ‘n’ roll, mas se você está com medo de ler porque não conhece muitas bandas do metal, pode ficar despreocupado, eu também não escuto muitas músicas do metal e quando escutei já faz alguns anos (adeus viva morbidamente obscura), hoje sou mais como o Lúcifer com algo mais hippie, o autor por mais que faça menções a bandas, cantores a cada capítulo você não fica perdido ou a leitura se torna exaustiva.

“Se alguma coisa acontecer comigo, saibam que minha coleção de CDs é da Marina e que Pietro está me devendo uma guitarra B. C. Rich. Não me importo de ser enterrada com ela.”

O livro faz uso capítulos curtos e engraçados, diante de todo o livro encontramos anotações da própria Rani, o que aproxima o leitor ainda mais da protogonista, o que talvez não seja tão preciso assim, pois a narrativa já é em primeira pessoa, mas sem dúvidas essas anotações são bem legais e interessantes (finalmente decidi dar uma chance ao O nome do vento de Patrick Rothfuss).

“Rani e o Sino da Divisão” apesar de um final um tanto assustador, é um livro muito divertido. Um nacional muito bom e que me surpreendeu do início ao fim, se vale a pena ser lido? Sim, sem dúvida alguma: dê uma chance a Jim, porque se os outros livros desse autor for como em Rani, eu simplesmente me sinto necessitado a ler.

E, obrigado pelos peixes.

Resenhas 20 out 2014

Perdido em livros: “‘Depois dos quinze’ é um livro bem escrito e rápido de se ler”

1Gabriel Mello, no Perdido em livros

Esse livro é mais voltado para o publico feminino, mas estava escutando falarem muito bem dele e resolvi ler a sinopse, e o que aconteceu foi que descobri que esse não se trata de um livro de historias, mas sim de crônicas que ela escreve e um pequenos textos falando sobre sua vida e fiquei curioso e resolvi ler.

O livro conta nas crônicas sobre alguns dos seus romances vividos desde o tempo que estudava no interior até a sua nova vida em São Paulo. Em muitos desses romances podemos ver um amadurecimento em relação a como a Bruna lida com eles, que muitas das vezes não da muito certo, por um motivo ou outro.

Nas outras crônicas temos personagens fictícios criados pela própria Bruna, e que são pequenas historias que te deixam querendo saber mais sobre o que aconteceu depois com aquele casal e tal, mas neles já temos mais alguns finais felizes.

O livro também conta um pouco a vida da Bruna, desde sua vida no interior embora mais focada nos seus amores, até ela vir morar em São Paulo, que onde ela vai contar algumas historias que aconteceram com ela bem engraçadas ( pelo menos eu achei) e como foi lidar com a distancia entre a sua família e amigos.

“O que eu tenho para falar desse livro é, que a editora Gutenberg fez um ótimo trabalho por que o livro ficou muito bonito num todo, desde a capa( que chama bastante atenção), os desenhos e sem contar as fotos com frases que estão perfeitas. Enfim este é um livro bem escrito e rápido de se ler e eu gostei muito dele e já estou ansioso para poder ler os outros livros da Bruna, lembrando que esse livro tem o nome do blog dela na Capricho.”

Resenhas 20 out 2014

Mix Literário: “‘Marcados’ conseguiu me surpreender e me conquistar”

1Karini Lima, no Mix Literário

Mais uma distopia? Sim.. Mas com suas peculiaridades!
Ao iniciar essa leitura eu achei que seria mais uma dentre tantas, mais a história conseguiu me surpreender e me conquistar!

A sociedade em questão é separada entre aqueles que vivem dentro das muralhas protegidos pelo Protetorado e aqueles que vivem fora delas, nas vilas e na pobreza; sendo privados de educação e tecnologia, vivendo com muito pouco.
Todo mês as três primeiras crianças a nascerem são entregues ao Enclave (sociedade por detrás das muralhas) com a ideia de que serão mais bem tratadas, educadas, encaminhadas e que nada lhes faltará. As famílias que perdem seus pequenos recebem uma pequena “recompensa” por “servir” ao Enclave. Essa cota de três bebês por mês é lei, ou seja, a mãe concordando ou não, os bebês serão entregues. E é aí que nossa protagonista Gaia Stone tem um grande papel, assim como sua mãe, ela é a parteira de seu setor e responsável por entregar os bebês. Cada parteira tem sua conta de três bebês por mês.
Para Gaia, a vida no Enclave é perfeita e um sonho que lhe foi roubado, já que infelizmente sofreu um acidente enquanto criança, que a tornou dispensável para o Enclave, já que teve seu rosto queimado. Isso é algo que lhe incomoda muito, pois teve que crescer vendo o preconceito dos que vivem ao seu redor, alguns olham com pena, outros com nojo, curiosidade.. Mas sempre Gaia acaba sendo como o ser bizarro a chamar atenção entre a normalidade de pessoas comuns. Apesar do transtorno que sua aparência causa, Gaia teve uma infância boa, amada e acarinhada por seus pais.
Tudo segue normal, até que a mãe de Gaia desaparece e seu pai também.. Logo Gaia descobre que seus pais foram levados para o Enclave para interrogatório, porém as coisas não ficam claras de início, e a velha Meg, amiga de sua mãe aparece para alertá-la a fugir e dar-lhe algo que sua mãe pediu.. A partir daí tudo muda!
As convicções de Gaia mudam, pois tudo que ela idealizava e acreditava sobre o Enclave e Protetorado não é o que ela imaginava e uma luta desenfreada para libertar seus pais começa..

Será que Gaia conseguirá reaver a liberdade de seus pais? Será que ela mesma conseguirá se ver livre das leis e injustiças promovidas por aqueles que deveriam promover segurança e esperança?

Marcados é diferente em muitos aspectos dos livros do mesmo gênero que se encontram no mercado. Gaia mostra uma força e personalidade fora do comum diante toda a pressão e situações que começam a acontecer e isso realmente me impressionou em uma protagonista tão jovem; ela não é cheia de mimimi.. Além disso, um amor improvável surge entre ela e o captor de seus pais. Um amor puro, cheio de impedimentos e ao mesmo tempo tão marcante e forte!

Eu simplesmente adorei esta leitura e espero ansiosamente pela continuação!

Na mídia 20 out 2014

Leia Já: Sertão pernambucano é cenário em romance policial francês

O livro chega ao Brasil na tradução de Fernando Scheibe, pela Editora Vestígio Divulgação

O livro chega ao Brasil na tradução de Fernando Scheibe, pela Editora Vestígio
Divulgação

Eduarda Esteves, no Leia Já

O escritor francês Hubert Tézenas lança romance policial O ouro de Quipapá ambientado no Sertão de Pernambuco, lançado originalmente na França pela Les Éditions L’Ecailler, com o título de L’or de Quipapá.

No romance, um homem comum, corretor de imóveis, é testemunha de um crime no outono nordestino de Recife, em 1987. Alberico Cruz, antes principal suspeito, torna-se o culpado ideal. O suspeito é acusado de assassinar Teotônio de Jesus Policarpo, um sindicalista. “O anti-herói se vê brutalmente lançado no inferno da prisão. Sua luta pela sobrevivência o introduz em um mundo de violência do qual nada conhece”, diz a sinopse.

Tézenas viveu durante oito anos no Brasil, na década de 1990, em busca de esquecer uma decepção amorosa e ter uma vida de mais aventuras. Hubert Tézenas traduziu para o francês importantes autores brasileiros, como Edney Silvestre, Raimundo Carrero e Alberto Mussa. Este é seu primeiro romance, ambientado no Brasil devido aos anos em que esteve morando no país.

O livro O ouro de Quipapá pode ser adquirido no site da editora Vestígio.

Resenhas 20 out 2014

República dos Quadrinhos: Nova coleção de quadrinhos da Nemo começa retratando Leonardo da Vinci

1Beto Potyguara, no República dos Quadrinhos

A Editora Nemo começa uma nova coleção produzida por autores nacionais, chamada Mestres da Arte em Quadrinhos, que apresenta a obra e a vida de personagens de destaque na história da arte. O primeiro volume será lançado neste mês de outubro e é dedicado a Leonardo da Vinci.

Mestres da Arte em Quadrinhos – Leonardo da Vinci (formato 20 × 27,3 cm, 48 páginas, R$ 39,00) tem roteiro de Mirella Spinelli e desenhos de Andréa Vilela. Ao final da HQ, o leitor encontra uma galeria com reproduções das principais obras presentes no álbum.

No dia 15 de abril de 1452, numa aldeia de Vinci, na Toscana, Itália, nascia um dos artistas mais célebres da História. Foram 67 anos dedicados não só às artes, mas também à investigação científica, à engenharia, arquitetura e invenções.
A obra em quadrinhos, narrada na primeira pessoa, relembra toda a trajetória de vida do artista, desde seu nascimento, os primeiros anos de vida e sua trajetória nas artes, até sua morte em 1519. Leonardo sempre foi um homem observador, que descobriu com seu tio Francesco o amor pelos grandes espaços abertos e a curiosidade pelos mistérios da natureza. Com um grande mestre italiano, Verrocchio, aprendeu o ofício que alavancou sua carreira artística, num dos maiores ateliês de Florença.

Ele tinha uma vida tranquila, sem muitas preocupações, porém assumiu muito cedo a responsabilidade de se tornar mestre e participar da realização da grande obra de Verrocchio, o Batismo de Cristo. Quando completou 24 anos, ao ser injustamente acusado por um crime, mudou-se para Milão. Lá, realizou trabalhos magníficos e dedicou-se aos escritos de suas ideias e pesquisas.

Leonardo possuía costumes incomuns, como uma técnica de escrita invertida, que dificultava a leitura de seus textos por outras pessoas, e inusitadas técnicas de pintura, utilizadas para a produção de obras célebres, como sua versão de A Santa Ceia.

Após retornar a Florença, trabalhou ao lado de Michelangelo Buonarrotti, com quem tinha sérias diferenças artísticas e pessoais. Foi em Florença que Leonardo pintou Lisa Gherardini, a Mona Lisa, sua obra mais conhecida e o quadro mais reproduzido da História. Já enfermo e velho, o homem que sempre procurou ser generoso e amável com as pessoas terminou sua jornada na França, ficando sob os cuidados do rei Francisco I.

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